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NATAL

Origens

Natal: o dicionário católico assim o define:

"Festa do nascimento de Jesus a 25 de dezembro. Variou a data até o século IV na Igreja Ocidental e até o quinto na Oriental. O Egito e a Grécia, antigamente, celebravam o Natal a 6 de janeiro (Epifania) a outras regiões a 20 de abril. Mas, desde o século IV que, no Ocidente, se celebra a festa do Natal a 25 de dezembro". Ainda define-se o Natal assim: "relativo ao nascimento; onde se deu o nascimento; dia do nascimento; dia em que se comemora o nascimento de Jesus Cristo" .

A festa anual, observada pela maioria dos protestantes e pelos católicos romanos, em 25 de dezembro, em memória do nascimento de Cristo. A primeira vez em que se celebrou o Natal em 25 de dezembro foi em Roma, no ano de 325 a D.

A palavra Natal em inglês é Christmass, que quando dividida é igual a:
Christ = Cristo
Mass = Missa.
Ora, o que significa Cristo nós sabemos, mas vejamos como é definida a palavra "missa" pelo dicionário católico:

Missa: "O sacrifício da Nova Lei no qual o sacrifício do Calvário se renova de modo incruento. Jesus, a vítima divina se oferece a Si mesmo ao Pai Celeste pelas mãos do Sacerdote, seu ministro, estando real e verdadeiramente presente sob a aparência do pão e vinho como o fez na última ceia, quando celebrou pela primeira vez a Santa Missa, ao instituir a Eucaristia. A Missa é, essencialmente, o mesmo sacrifício que o da Cruz; idêntico o sacerdote sacrificante, Jesus, pois o sacerdote humano é apenas um instrumento humano que age em seu nome, por ordem e em virtude de Cristo. Idêntica a vítima, Jesus com seu corpo, sangue, alma e divindade. Só varia uma parte acidental: no Calvário o sacrifício foi cruento, na Missa é incruento" .

Papai Noel é Santa Claus ou São Nicolau que é um dos santos listados pela Igreja Católica Romana. Ele e não Jesus é a figura central do Natal.

...Não é essencial que saibamos a data exata na qual Cristo nasceu - sendo a coisa principal, é claro, que ele nasceu! Os cristãos primitivos comemoravam a morte de Cristo: "Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha (I Co 11.26 - grifo nosso), não seu nascimento. A Enciclopédia Católica diz: "O Natal não estava entre os mais primitivos festivais da igreja. Irineu e Tertuliano omitem isso em sua lista de festas". Mais tarde, quando as igrejas em vários lugares começaram a celebrar o nascimento de Cristo, havia muita diferença de opinião quanto à data correta. Não foi até a última parte do quarto século, que a Igreja romana começou a observar o 25 de dezembro. Ainda assim, em torno do quinto século, estava sendo ordenado que o nascimento de Cristo fosse para sempre observado nessa data, muito embora este fosse o dia da antiga festa pagã romana do nascimento do sol, um dos nomes do deus!

Diz Fraser: "O maior culto pagão religioso que colocava a celebração de 25 de dezembro como feriado tanto no mundo romano como grego, era a adoração do sol, que era pagã, - o Mitraísmo... Este festival de inverno era chamado "a Natividade" - a "Natividade do Sol". Este festival pagão foi responsável pelo 25 de dezembro ter sido escolhido pela Igreja Católica Romana? Deixemos a Enciclopédia Católica responder: "A bem conhecida festa solar do Natalis Invicti" - a Natividade do Sol Inconquistado - "celebrada em 25 de dezembro, tem uma forte indicação sobre a responsabilidade em relação à nossa data de dezembro!".

Como os costumes solares estavam sendo "cristianizados" em Roma, compreende-se que confusão resultaria. Alguns pensaram que Jesus era o Sol, o deus Solar! "Tertuliano teve que assegurar que Sol não era o Deus dos cristãos; Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o Sol. O papa Leão I amargamente reprovou os ressurgimentos solares - cristãos nas próprias escadarias da basílica dos apóstolos, virando-se para adorar o sol nascente."

O festival de inverno era muito popular nos tempos antigos. "Na Roma e Grécia pagãs, nos dias dos bárbaros teutônicos, nos remotos tempos da antiga civilização egípcia, na infância da raça, a Leste, Oeste, Norte e Sul, o período do solstício de inverno era sempre um período de júbilo e festas". Desde que esta estação era tão popular, ela foi adotada como o tempo do nascimento de Cristo pela Igreja Romana.

Alguns costumes de Natal dos nossos dias foram influenciados pela Saturnalia Romana. "É de conhecimento comum" diz um escritor, "que a maioria de nossa associação com o período natalino - não é senão herança do festival romano de Inverno, a Saturnalia... remanescentes do paganismo".

Gostaria de concluir dizendo que quando falamos sobre o Natal e tudo o que se associa a ele e o praticamos estamos cometendo alguns erros a saber:

- Erro histórico, pois ensinamos que Jesus nasceu nesta data e isso não é verdade;
- Erro bíblico, pois quando fazemos tal coisa estamos associados à ela (à festa) e Paulo
nos aconselha a não nos associarmos às obras infrutíferas das trevas;
- Ainda: associação com idolatria, na forma da árvore (que era sagrada) e do personagem "Papai Noel" que também é um santo.

Deixamos de comemorar as festas bíblicas que nos foram dadas por Deus para inserirmos em nosso contexto outras festas que nada têm a ver com a Palavra de Deus.

Creio nas evidências históricas e bíblicas e também num desejo do coração de Deus em restaurar em sua igreja as festas que outrora eram celebradas, pois cada uma delas possui um caráter histórico e profético, pois foram das por Deus para cumprirem propósitos presentes para a época e também futuros - para aqueles que viriam depois - e isso é fundamental que saibamos e conheçamos que Deus nada tem a ver com aquilo que foi gerado de forma a desviar a Igreja de seu propósito principal: o louvor e a adoração ao seu Filho Jesus Cristo na forma ensinada por ele na Bíblia.

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Baruch Há Shem!
Bendito seja o Nome!


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Shema Israel Adonai Elohenu Adonai echad!
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