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OS
FUNDAMENTOS DO JUDAÍSMO MESSIÂNICO
1) - IESHUA É MESSIAS E SENHOR
O Judaísmo messiânico começou com Ieshua (Jesus de Nazareth)
e com os seus segui-dores judeus, que concordaram com a evidência
de que Ele era o Messias prometido (O Ungido) de Israel, e como
predisseram as Escrituras, Ele também era o D-us de Israel em
carne, IHVH, o SENHOR que morreu pelos pecados da humanidade
de acordo com Isaías 53 e que ascendeu aos céus de acordo com
os Salmos e os Profetas. Os crentes em Ieshua foram chamados
Notzrim (Nazarenos), os quais são chamados erroneamente de cristãos
hoje; eles de-veriam ser chamados de messiânicos, pois isto
estaria de acordo com o título em hebraico. Porém, há aquela
facção hoje que se chamam Notzrim e dizem que eles acreditam
em Ieshua, mas eles não O aceitam como sendo o próprio D-us
em carne. A maioria do Judaísmo Messiânico não os aceita como
verdadeiros crentes por causa de sua negação neste sentido.
2) - JUDAÍSMO MESSIÂNICO É BÍBLICO; O
JUDAÍSMO CONTEMPORÂNEO É VÁLIDO
Desde os primeiros seguidores judeus de Ieshua eles nunca deixaram
a fé no D-us de Israel, IHVH, mas muitos entraram num pacto
mais pessoal com Ele por confiança no Messias Ieshua, a fé deles
era e é o único Judaísmo Bíblico completo e assim pode ser considerado
um "Judaísmo superior". Isto é porque o Messias Ieshua é o libertador
prometido do pecado e Ele completou a nossa compreensão da Torá
(a Palavra dele) isso estava faltando. Porém, isto não significa
que o Judaísmo Rabínico moderno não tem verdade dentro em si
mesmo.
3) - IESHUA NÃO COMEÇOU OUTRA RELIGIÃO
Considerando que Ieshua é D-us em carne, Ele é o D-us eterno
de Israel que deu to-das as coisas santas para Israel e as prometeu
para todo o sempre. Ele não veio rejeitar Israel ou levar de
volta o que Ele prometeu, mas só cumprir o que Ele prometeu,
sem tomar de volta qualquer promessa de Israel. Ele veio fazer
de Israel um Israel melhor, não começar outra religião. Este
"Israel" melhor foi predito pelo Profeta Yirmiyahu (Jeremias)
em 31:31 que era a promessa de um novo pacto que poria a Torá
e o Ruach (Espírito) de D-us em Israel como uma habitação numa
nova criação. Considerando que Ele é D-us de tudo, Ieshua também
veio permitir que qualquer um dos gentios que confia n´Ele como
o Messias de Israel possa ser enxertado em Israel através do
mesmo pacto n´Ele. Este "Israel melhor" Ieshua chamou de "Miqra"
que em hebraico significa "chamados para fora", o mesmo que
"Ekklesia" em grego.
4) - A IGREJA PRECISA VOLTAR A SUAS RAÍZES
Considerando que o Judaísmo Messiânico é judaico, encara todos
os judeus como seus irmãos. Também, desde que Cristianismo professa
o Messias judeu como o Salvador deles, o Judaísmo Messiânico
julga todo o gentio fiel ao Messias como seu irmão (e não mais
como um gentio pagão). Isto não significa que o Judaísmo Messiânico
concorda com todas as doutrinas, tradições, costumes ou práticas
do Judaísmo tradicional ou Cristianismo. Nós acreditamos que
seria o melhor e é no final das contas necessário para todos
os judeus saberem o Messias deles é Ieshua, mas nós não acreditamos
que D-us chamou qualquer judeu para se tornar um Cristão Pagão
ou alguém que pratique os costumes ocidentais. Entretanto, nós
acreditamos que seria melhor e no final das contas seria necessário
para o Cristianismo remover suas influências pagãs e voltar
às raízes do Judaísmo, isso é, voltar ao caminho de Ieshua como
Ele andou o mostrou o exemplo e cumpriu toda a Palavra.
5) - OS JUDEUS NÃO REJEITARAM IESHUA COMO
UM TODO
Mais de um milhão de judeus acreditou que Ieshua era o Messias
de Israel ao final do primeiro século, mas muitos deles, se
não a maioria, foi martirizado ou subjugado por causa do anti-semitismo,
ambos dentro da sociedade secular e religiosa. Isto precipitou
a mentira de que um judeu não acredita em Ieshua como Messias
eventualmente. Hoje calcula-se haver mais de um milhão de judeus
que acredita em Ieshua como o Messias. Somando-se a isso, a
rejeição do Cristianismo por alguns judeus necessariamente não
é uma rejeição a Ieshua. É bastante a rejeição de uma religião
Pagã que tem muito pouco (ou quase nada) em comum com o Messias
judeu. Porque um judeu não quer ser um católico ou um batista,
não quer dizer que eles rejeitam Ieshua. Denominações Cristãs
têm muito pouco em comum com a vida, fé, costumes ou experiência
de adoração de Ieshua. O Judaísmo Messiânico confirma o Judaísmo
eterno de Ieshua ("O Leão da Tribo de Judah") e que Ele não
veio destruir o judaísmo. Então, esses que tentam destruir o
judaísmo não são d´Ele; eles não são verdadeiros seguidores
de Ieshua. Na realidade, negar o judaísmo do Messias é negar
as verdades da Bíblia. Opor-se aos judeus, simplesmente porque
eles são judeus, é desconfiar do compromisso de D-us e odiar
o mesmo Messias de Israel. Em outras palavras, anti-semitismo
por atacado ou o anti-judaísmo é demoníaco.
6) - RESTAURAÇÃO DE FÉ JUDAICA É PROFÉTICA
D-us prometeu restabelecer a Israel, "no princípio" O apóstolo
Kefa (Pedro) anunciou que Ieshua não retornaria até a "restauração
de tudo, dos quais D-us falou pela boca de todos os seus santos
profetas, desde o princípio" (At 3:21). Isto faz com
que tudo nos antigos relatos bíblicos relativos à restauração
de Israel, algo de importância contemporânea, especialmente
quando nós vemos tudo isto acontecendo. A restauração da terra,
o idioma, as pessoas, e a fé de Israel estão acontecendo como
predito pelos profetas de Israel. As profecias relativas à obediência
do mundo para com as leis de Israel ("de Tzion sairá a Torá")
está começando a ser restabelecida hoje, como tem acontecido
com crentes em Ieshua, que redescobrem a beleza do Sábado sagrado
(shabat) e as festas santas que a Bíblia declara que seriam
observa-as por toda a nação no Reino Messiânico.
7) - O JUDAÍSMO MESSIÂNICO NÃO É MONOLÍTICO
OU EGOCENTRICO
Ao contrário Da maioria das expressões religiosas, o Judaísmo
Messiânico não pode ser focado em qualquer outra pessoa a não
ser Ieshua. Não há nenhum fundador contemporâneo ou líder. Ninguém
fala para todos os Messiânicos. Não é monolítico, e assim este
escritor tem que admitir que outros Messiânicos podem discordar
de alguns de meus pontos de vista, ou pelo menos pode escolher
formula-los diferentemente. Isso acontece comigo. Eu confesso
que eu não falo por todos os Messiânicos. Porém, mesmo tendo
diferentes expressões, os Messiânicos não têm tido dificuldades
quanto à amizade mútua, e entendem a direção geral na qual o
movimento está caminhando. Esta liberdade traz um frescor sem
igual, o que a maioria dos Messiânicos aprecia profundamente.
Enquanto Messiânicos retiverem a sua fé tenazmente an-darem
sem compromisso, eles serão notavelmente tolerantes e amorosos
a outros que especi-almente são sincero e honestos em sua fé.
© 1998 protegido por direitos autorais. David M. Hargis & Agência
Messiânica Inter-nacional. Todos os direitos reservados.
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