ESTUDOS - ARTIGOS |
|
JESUS
OU YESHUA?
O QUE HÁ POR TRÁS DESTE NOME?
Introdução
O que há de tão importante num nome? Por que D-us se importou
tanto com isso, de forma a estruturar uma revelação tão ampla
sobre YESHUA, que isto ocorresse de forma profética através
de toda a Tanach (Velho Testamento) e somente na Brit Hadasha
(Novo Testamento) se tornasse realidade?
Na cultura judaica o nome é algo muito importante e significativo,
pois é através do nome que espelham-se circunstâncias reais
da vida e mesmo fatos proféticos são ressaltados num nome, pois
D-us não se limita ao agora, mas aponta para o futuro através
do nome das pessoas.
Ele fez isso de uma forma muito especial com o nome YESHUA -
traduzido em muitas línguas por "Jesus" - que se transformará
no nome mais importante em toda a Escritura em seu desenvolvimento
histórico e profético. E é justamente isto que veremos a seguir:
a importância deste nome - que está acima de todo o nome - não
somente para Israel mas para toda a humanidade.
JESUS OU YESHUA"?
As explicações da Comissão de Tradução, Revisão e Consulta da
SBB sobre o nome de Jesus, tema que vem despertando dúvidas
em vários leitores.
Pergunta:
Tem fundamento a afirmativa de que o nome de Jesus é de origem
grega e não hebraica?
Resposta:
Não, não tem. Esse nome transliterado
para o grego como Iesous, é hebraico e vem de Yeshua" (as aspas
representam a letra hebraica ayin). A forma plena da palavra
é Yehoshua", que, a partir do cativeiro, passou a dar lugar,
à forma mais abreviada Yeshua".
Até o começo do segundo século d.C. Iesous (Yeshua") era um
nome muito comum entre os judeus. Na Septuaginta, versão do
Antigo Testamento que os judeus fizeram entre os anos 285 e
150 a.C., do hebraico para o grego, o nome Iesous aparece para
referir-se tanto a Josué (quatro indivíduos) como aos oito Jesua
mencionaods em Esdras e Neemias.
Iesous não é nome de nenhum deus da mitologia grega, tanto que
não aparece em nenhum clássico grego. Ver, por exemplo, o Dictionaire
Grec-Français, de C. Alexandre, que, no apêndice de nomes históricos,
mitológicos e geográficos, traz no verbete Iesous apenas o seguinte:
"Jesus, nome hebraico".
Pergunta:
Como o nome Yehoshua" se tornou Jesus?
Resposta:
Já vimos que o vocábulo Jesus não se deriva
diretamente de Yehoshua", mas da forma abreviada Yeshua", através
do grego e do latim. A letra j inicial se explica da seguinte
forma: os judeus da Dispersão, empenhados em traduzir as Escrituras
do hebraico para o grego (a Septuaginta), não encontraram nessa
língua uma consoante correspondente no hebraico. A solução,
então, foi recorrer à vogal grega iota, que corresponde ao nosso
i. Então escreveram Ieremias, começando com i, e assim por diante,
inclusive Iesous.
Mas como foi que esse i se tornou j? Foi através
do latim, que deu origem às línguas neolatinas, entre as quais
está o português. No latim posterior à Idade Média, começou
a aparecer na escrita a distinção que já existia na pronúncia
entre i vogal e i consoante, o qual passou a ser
grafado como j. Por isso, o Dicionário Latino-Português,
de Santos Saraiva, traz verbetes como estes: Iesus ou Jesus;
Ieremias ver Jeremias.
Agora a explicação para o s médio de Jesus. No vocábulo hebraico
Yeshua" o grupo sh representa a consoante shin. Por não
haver em grego som correspondente a essa consoante fricativa
palatal (que soa como a letra x em "eixo"), os judeus
a substituíram por sigma, também fricativa mas linguodental
(que em grego, mesmo entre as vogais, soa como nosso ss).
O ditongo grego ou soa u. O aparecimento do s
final do nome Jesus se explica pela necessidade de tornar esse
nome declinável: os judeus substituíram a letra ayin final pela
letra sigma (o s do grego) do caso nominativo. Nos outros casos
a palavra se declina assim: Iesou (genitivo), Iesoi (dativo),
Iesoun (acusativo) e Iesou (vocativo). Com isso, foram resolvidos
dois problemas de uma só vez: o nome ficou declinável, e o ayin
final, que não tem equivalente em grego, foi substituído por
um sigma (letra s).
Fato semelhante se deu com Judas, que reflete a forma grega
Ioudas, que em hebraico é Yehudah (Judá). Outros nomes hebraicos
que terminam com a gutural "he" tem em grego, em latim
e em português o som s: Isaías, Jeremias, Josias e Sofonias.
Outro exemplo é o vocábulo Mashiac, que termina com a gutural
sonora cheth (ch), a qual em grego, em latim e em português
deu lugar ao som de s: Messias. A evolução do termo de uma língua
para outra é a seguinte: Yeshua" (hebraico) > Iesous (grego)
> Jesus (latim) > Jesus (português).
Artigo extraído da revista "A Bíblia no Brasil" edição de julho
a dezembro de 1.995 - página 27.
A VERDADEIRA ORIGEM DO NOME JESUS
Veremos
agora a opção de algumas "correntes" que interpretam
e traduzem o nome de Yeshua de outra forma. Segue abaixo a argumentação
destas correntes assim como a sua refutação.
...Já vimos, em nosso estudo, que o nome do Filho do Altíssimo
é YAOHUSHUA, um Nome Sagrado e hebraico, pois YAOHUSHUA era
hebreu, filho de pais Yaohudim, e as línguas que YAOHUSHUA falava
era o aramaico (dialeto bem próximo do hebraico) e o próprio
hebraico.
Nosso salvador Molkhiúl YAOHUSHUA hol-MEHUSHKHAY não era grego
nem romano, por isso não tinha um nome nem em grego, nem em
latim.
Como vimos anteriormente, o vocábulo "Jesus" não se deriva diretamente
de YAOHUSHUA (o Nome verdadeiro do Filho), mas da forma "YEHSHUA",
através do grego e do latim, que significa literalmente "o bode
salva".
No latim primitivo, JESUS CRISTO era escrito "ZESVS CRISTVS"
(o V tem som de U). Nesse nome está contido, na forma de anagrama,
o nome da suprema divindade da mitologia grega ZEUS. Vejamos:
ZESVS - suprimindo-se o S central temos: Z E V S ou Z E U S
No idioma grego o nome JESUS e IESOUS que é um anagrama de duas
divindades pagãs:
I E S O U S = I O + S E U S
I O era o nome de uma divindade feminina da mitologia grega,
e SEUS é ZEUS, o ídolo supremo dos gregos (equivalente ao Júpiter
da mitologia romana).
I E S U S = I + SEUS
I e a abreviatura de IO e SEUS é uma variação de ZEUS.
Em português, o nome JESUS é:
J E S U S = J + SEUS
J e a inicial de Júpiter (o Zeus romano), além de ser uma letra
derivada do I latino; e SEUS é ZEUS.
Como podemos observar: "Jesus = Je-zeus"
Neuza Itioka comentando ainda sobre o nome Jesus entre os Umbandistas
em seu livro OS DEUSES DA UMBANDA, diz: (pág 123).
"Na realidade, quando se invoca o nome de Jesus na Umbanda,
invoca-se o nome de um pessoa muito diferente daquele que se
revela nas páginas do Livro Sagrado. Podemos afirmar categoricamente
que existe um espírito ou demônio que se cognomina "Jesus" que
se apresenta como o Cristo das páginas sagradas. Mas ele é um
impostor e uma contrafação do verdadeiro. Muitos tiveram experiências
com este espírito, sendo enganados, levados a aprofundar-se
mais no ocultismo. Às vezes ele aparece em visões, mas não resiste
ao teste de alguém que saiba provar os espíritos. É o que aconteceu
com uma jovem que, ao "receber Jesus no coração", adquiriu uma
doença neste órgão. A jovem era levada a manter relações sexuais
com este pseudo-Jesus. Uma vez o espírito de perversidade tendo
sido expulso, a jovem sarou da sua doença".
Faz-se necessário neste momento um pertinente esclarecimento
sobre o fato relatado por Neuza Itioka. Pelo desconhecimento
da autora quanto à identificação exclusiva de seres espirituais
pelos seus nomes, concluiu ela que tal devesse se tratar de
um "pseudo-Jesus", uma vez que ela desconhece ser YAOHUSHUA
o Nome do único e verdadeiro Messias. Contudo, este não é um
pseudo-Jesus, senão o único ser espiritual que possui este nome,
e que atua independentemente de ser invocado em centros de macumba,
maçonaria, igrejas católicas ou igrejas evangélicas. Infelizmente
a grande maioria da assim chamada "cristandade" ainda não se
deu conta de que invocam e depositam toda a sua confiança num
ser espiritual de trevas, chamado "Jesus", que positivamente
não é o Messias das páginas das Sagradas Escrituras originais.
Também queremos acrescentar aqui as palavras do Dr. Rev. Álvaro
Reis. Este, como alguns dos demais citados, não faz uma defesa
da Restauração e Santificação do Nome verdadeiro de Nosso Salvador,
mas nos seu escritos o Dr. Álvaro Reis nos dá uma grande contribuição
para compreendermos a estratégia usada pelo inimigo para deturpar
e blasfemar do Nome do Altíssimo e de Seu Filho.
"Epiphanio afirma que a prática de fazer "HÓSTIAS" principiou
entre as mulheres da Arábia, no quarto século, justamente em
culto idólatra tributado à virgem Maria, também chamada "Rainha
do Céu". Pois bem, no culto egípcio quase toda letra e nome
tem uma significação simbólica. O disco redondo tão freqüente
nos emblemas sagrados, simboliza o sol. "Quando OSIRIS - o deus
SOL - tomou a forma humana, nasceu não meramente a fim de oferecer
sua vida como sacrifício, mas para que se tornasse vida e alimento
das almas dos homens".
É admitido universalmente que "ISIS" era o tipo original da
deusa "CERES". "CERES", porém, era adorada não só como a descobridora
do trigo, mas era também considerada a "Mãe do Trigo" (Davis
- Los Druidas Britânicos, pag 320, 540). Aí temos, pois, o trigo
transubstanciado no filho da deusa "CERES", a "Senhora Rainha
do Céu"!
A Virgem "CERES", era, porém, representada com "uma espiga de
trigo nas mãos, que correspondia a deusa e seu filho; como no
Egito, a "ISIS" e "OSIRES"; como na Índia "ISA" e "ISVRA", na
Ásia, "SIBELE" e "DIONÍSIO"; em Roma "FORTUNA" e "JÚPITER",
como na Grécia "IRENE" e "PLUTUS", em seus braços, e como ainda
no Tibete, na China e no Japão, onde os missionários jesuítas
ficaram maravilhados, vendo que a "Senhora e seu Filho", eram
adoradas como na igreja papal do Vaticano. (Hislop - Las dos
Babylonas, pag 33)
Mais adiante, continua o Rev. Álvaro Reis, no resultado de sua
interessante pesquisa histórica:
"O "Filho de CERES", que se encarnara no trigo, criam os egípcios
que era o deus "SOL" (Busen El Egito, Tomo I, pag 386, 387).
Pois bem, além das circunstâncias já referidas, que tão eloqüentemente
proclamam o mimetismo que a Igreja Católica Romana tem praticado
do paganismo, parece que o papado teve inconscientemente o cuidado
de conservar, em sua liturgia, as evidências da origem, pagã
do seu sacrifício cruento, no deus "Hóstia", feito de trigo
e de forma redonda. E que mais, se em Babilônia o deus "BAR"
era chamado de "TRIGO", se no Egito o deus "SOL" era representado
na "HÓSTIA DE TRIGO", na Igreja Romana, em uma das suas orações
da litania, o católico se dirige a HÓSTIA e diz muito seriamente:
"... Óh! Trigo dos Eleitos, tem misericórdia de nós!..." Pois
bem, ainda apresento - A marca da fábrica!!!
As Hóstias trazem a marca "I.H.S" que dizem os romanistas significar:
"IESU HOMINUM SALVATORI" ou "Jesus Salvador dos Homens". Pois
bem, para os pagãos egípcios esse mesmíssimo sinal ou marca
de "IHS" significava: "ISIS, HORUS, SEB", isto é: "A Mãe, o
Filho e o Pai dos deuses".
Vimos, assim, em três idiomas, o nome "JESUS", originado de
nomes espúrios de divindades pagãs, especialmente relacionado
ao nome do ídolo supremo da mitologia greco-romana, um ídolo
temperamental e imoral. A operação do erro atingiu o ETERNO
Nome do Altíssimo, Supremo Criador e também o Maravilhoso Nome
do Seu Filho. Tudo isso aconteceu porque a "cristandade" não
poderia admitir adorar a um Salvador Soberano e Criador com
Nome hebraico, embora Ele seja o único Soberano e Altíssimo
Criador, que escolheu vir à terra como homem e morrer em Yaoshorul,
como judeu. Muitos esquecem que os patriarcas foram os pilares
da nação de Yaoshorul, que os profetas todos eram Yaohudim,
que o próprio YAOHUSHUA era cidadão judeu, assim como todos
os seus apóstolos. Assim, nos parece claro que não se deve traduzir
nomes próprios, pois corre-se o risco de incorrer em erro e
adulterar o nome original.
Por que Yeshua?
Após a análise destes fatos, surge então uma pergunta: por que
chama o Senhor de Yeshua? Não poderia ser o seu nome Yehoshua
ou Ioshua? Analisemos agora duas linhas de pensamento e sua
argumentação e após conheceremos a origem deste nome para então
tirarmos quaisquer conclusões a respeito.
...Outro ponto que algumas pessoas se apegam nos dias de hoje,
é que em Israel alguns judeus dão aos seus filhos o nome de
Yeshua, e que chamá-lo de Ioshua, levaria as pessoas a se confundirem.
O que ocorre na verdade é que em Israel, o nome é pronunciado
sob a forma Yeshua (com "e") porque eles (judeus) consideram
o nome Ioshua (com "o") um nome maldito.
Por isso, não o dão a seus filhos. Mas, em inglês, o nome é
escrito como Yoshua, e é pronunciado com acento agudo no som
"o" (/ióshua/). Isto é sinal de que eles sabem que o nome deve
ser grafado com "o". E, há mais: No hebraico, o nome próprio
do Messias se escreve de dois modos, um completo e um simplificado.
O modo completo emprega as letras "iód", "hei", "shin", "vav"
e "ain". A estas letras hebraicas correspondem, respectivamente,
os sons das letras portuguesas "i", "êi" (ou "ê", já que o "h"
é mudo ), "sh", "u" e "a". Assim, pelo modo completo, o som
do Nome do Messias corresponderia a "Ieoshua".
O modo simplificado emprega as letras "iód", "shin", "vav" e
"ain". A estas letras hebraicas correspondem os sons das letras
portuguesas "i", "sh", "u" e "a". Assim, pelo modo simplificado,
o som do Nome do Messias corresponderia a "Ioshua" (o "o" antes
do "sh" é indicado, não por letras hebraicas, mas por pontos
gráficos colocados abaixo da letra "iód").
Diante disso, alguém poderia afirmar que, então, o correto seria
dizer que o som do nome do Messias é "Ieoshua" (o de sua forma
completa) e não "Ioshua". Acontece que, no hebraico, como os
sons "ê" e "o" são átonos (fracos), eles sofrem uma aglutinação
(são reunidos em um só som), em que passa a predominar o último
fonema ("o"). Assim, a pronúncia correta do Nome do Messias,
mesmo em sua grafia hebraica completa, é, afinal, "Ioshua",
e não "Ieoshua".
Isso quanto ao "o". Agora, quanto ao Y: A letra Y não pertence
ao hebraico, nem ao aramaico. As letras do hebraico e do aramaico
não são iguais às letras usadas no português ou no inglês. São
letras diferentes, mas os sons delas são parecidos com os sons
de algumas letras de nosso alfabeto.
A letra iód é a letra inicial do nome do Messias. Não é I nem
Y: é iód. Mas, o som da letra iód é igual ao som da letra i,
no português. Este é o motivo pelo qual o autor escreve o nome
do Messias com a letra "i".
Na língua inglesa, o som da letra iód é igual ao som da letra
Y. Em inglês, o som da letra i é "ai". Em inglês, o som i (que
é o som da letra iód) se escreve com a letra Y.
Assim, como, em inglês, o som da letra i ("ai") não é o mesmo
da letra hebraica iód, a letra empregada para indicar, nos textos
em inglês, o nome do Messias é Y - pois, como disse, em inglês,
o som desta letra é igual ao som da letra iód. Se, em inglês,
o nome do Messias fosse escrito "Ioshua", um americano ou um
inglês leria esta palavra como "Aioshua", e este não é o som
do nome do Messias. Este é o fundamento pelo qual, em inglês,
o som do nome do Messias emprega um Y no início.
Face ao exposto, fica esclarecido que em português, o som da
letra i é o mesmo som da letra iód. Este é o motivo por que
o autor faz o uso da letra i (e não a letra Y), para iniciar
o nome do Messias: Ioshua.
Contestação
Em ambos casos percebemos algo em comum: a tentativa de afirmar
algo sem qualquer prova textual que possa embasar suas afirmações.
Segue então abaixo a nossa argumentação em favor do nome "Yeshua".
YESHUA
- Palavra hebraica que significa livramento, segurança; socorro,
vitória certa; bem-estar, prosperidade. Esta palavra tem em
sua raiz o termo
yasha´ que significa ser salvo, ser liberto; hifil: salvar,
livrar, conceder vitória, ajudar; ser (estar) seguro; vingar-se,
preservar. Queremos observar que nunca ouvimos falar sobre aquilo
que está dito na seguinte frase: "...Outro ponto que algumas
pessoas se apegam nos dias de hoje, é que em Israel alguns judeus
dão aos seus filhos o nome de Yeshua, e que chamá-lo de Ioshua,
levaria as pessoas a se confundirem. O que ocorre na verdade
é que em Israel, o nome é pronunciado sob a forma Yeshua (com
"e") porque eles (judeus) consideram o nome Ioshua (com "o")
um nome maldito". Queremos dizer somente que se tal nome fosse
realmente maldito ele certamente não constaria na Brit Hadasha
como o nome dado ao Messias! Vimos que na primeira argumentação
fala-se sobre o nome Yehoshua - que foi traduzido em nossas
Bíblias por Josué. Este nome em hebraico seria .
O nome Yehoshua é a forma completa ou longa, que depois vem
a tornar-se Yeshua, que é uma abreviação. A primeira argumentação
diz o seguinte: "O modo completo emprega as letras "iód",
"hei", "shin", "vav" e "ain"" (grifo nosso). Percebemos que
a forma completa tem as seguintes letras:
iod ,
hei ( ),
vav ( ),
shin ( ),
vav ( )
e ain ( ).
Temos dois "vavs" por causa das vogais que eles representam.
O primeiro "vav" com um ponto em cima ( )
representa a vogal "o"; já o segundo "vav" com o ponto no meio
da letra ( )
representa a letra "u". Esta argumentação diz ainda que a redução
para Ioshua foi feita por causa do tritongo - em hebraico -
que é transformado em ditongo em português. Ora, basta uma olhada
na palavra Yehoshua para percebermos que não há um tritongo
e sim um ditongo. Quando fala-se sobre uma "aglutinação" no
hebraico percebe-se que há aí um pequeno erro: ignora-se a letra
"hei" ( )
que está entre o ditongo iod
+ vogal (..) (vindo depois o "hei" - )
e então o "vav" ( )
("o").
É justamente por isso que defendemos que o nome Yeshua deve
ser dito em detrimento de Ioshua. Inclusive, em inglês o nome
não muda para Ióshua como argumentado, pois a letra hebraica
"iud"
vem acompanhada de uma vogal (..) que lhe dá o som de (ê) e
não (ó). Um outro detalhe é que as profecias que apontam para
o Senhor na Tanach nunca mencionam outro termo a não ser
YESHUA ( ).
O motivo disso é que a Tanach aponta para a salvação vindoura
através do Messias e isso somente poderia cumprir-se em alguém
que personifica a salvação - inclusive em seu nome - e isso
aconteceu quando Yeshua nasceu! É por este motivo que não podemos
aceitar outro nome que não o de Yeshua!
Pergunta:
Por que é errado se referir ao verdadeiro Messias como
Yahshua' ou 'Yeshua'?
Resposta:
Em Hebraico arcaico, as palavras 'az'
e 'eyz' se referem a 'um bode'. Assim, quando você diz 'yahshua'
ou 'yeshua', isto significa literalmente: 'o bode salvará',
isto é, em Hebraico arcaico.
...Você pode facilmente verificar isso atentando para as palavras
usadas nas Escrituras Hebraicas para a palavra 'bode'. Especificamente
atente para a concordância item número 5796 no dicionário Hebraico-Caldeu
ou em qualquer concordância confiável. O verdadeiro Nome original
do Messias é IAURRÚSHUA. Você também descobrirá em seções subseqüentes
deste material de pesquisa, que a forma como se soletra não
é o que importa. O ponto vital é o que nós dizemos, conforme
interpretado através das Escrituras Hebraicas, e a que espíritos
invisíveis estes sons se referem, independente de escrita. Uma
vez que a palavra para bode em Hebraico arcaico é 'az' e 'eyz,'
ainda estaríamos nos referindo ao bode ainda que escrevêssemos
áiz' ou 'ayz' ou 'aaazz' especialmente quando orando entre espíritos
invisíveis no reino espiritual. Em português seria fácil entendermos
que se chamarmos por Cátia ou por Kátia ou mesmo por Cathia,
a pessoa cujo nome tem esse som, responderá, independentemente
de como o escrevemos!
Assim, quando você invoca 'yahshua' or 'yeshua,' o bode, satan,
ficará satisfeito de ser referido como seu redentor. Este é
o cumprimento de sua missão: enganar e fazer o incauto tomá-lo
por seu redentor. Um impostor, claramente falso. É, portanto,
errado nos referirmos ao genuíno Messias como 'yahshua' or 'yeshua'.
O correto e acurado Nome do Messias é: IAURRÚSHUA. O Nome 'IAURRÚSHUA'
significa claramente, sem dúvida, O PODER DE IÁURRU PARA SALVAR!
Este preciso, acurado e original Nome de fato traz em si o real
Nome do Criador, o Pai. É o verdadeiro Nome do autêntico Messias
- IAURRÚSHUA!
Como já
vimos o nome YESHUA ( )
significa salvação e vem da raiz yasha´.
A palavra bode vem da raiz hebraica ´ez ( )
que por sua vez vem de uma raiz árabe ´anzun e do acadiano enzu,
ambos com o sentido de "cabra" e "bode". Esta palavra é a mesma
tanto em hebraico antigo quanto no moderno, já que não houve
mudança na língua hebraica desde a sua concepção até os dias
atuais. Houve sim uma "atualização" de termo que foi a criação
de novos termos que não existiam na época bíblica.
Percebamos o seguinte: a raiz citada da palavra bode (´ez) não
existe no nome de Yeshua e por isso não podemos afirmar que
esta palavra tenha o significado proposto pelo autor do texto
acima, quando ele afirma: "Em Hebraico arcaico, as palavras
'az' e 'eyz' se referem a 'um bode'. Assim, quando você diz
'yahshua' or 'yeshua', isto significa literalmente: 'o bode
salvará', isto é, em Hebraico arcaico".
Gostaríamos ainda de dizer que as outras palavras para "bode"
na Tanach são:
´attûd - ( )
- bode, carneiro, líder.
tsapîr - ( )
- bode
sa´îr - ( )
- bode
tayish -
- bode
As palavras citadas acima demonstram-nos que não estão ligadas
de forma nenhuma à raiz do nome de Yeshua ( )
yasha´! Perguntamos então: de onde veio esta "teoria"?
Novamente queremos contestar as teorias supra citadas e perguntar:
onde estão as evidências que provam aquilo que dizem? Nós procuramos
somente a verdade e é em busca desta que caminhamos a fim de
acertarmos o alvo, sem nos desviarmos do caminho que nos foi
proposto em momento algum!
Fica ainda aqui nossa obrigação de abordarmos mais dois pontos:
o primeiro é que um nome não pode ser traduzido em qualquer
situação ou em qualquer idioma! O nome é aquilo que designa
uma pessoa e por inferência seu caráter e personalidade estão
a ele atrelados. Em segundo lugar é que os nomes em hebraico
tem cada um seu significado! Não é possível ignorarmos os significados
que são atribuídos aos nomes em hebraico, e é justamente por
isso que os nomes carregam uma "unção profética" que está ligada
ao seu significado!
BIBLIOGRAFIA
Wilson, Willian - Wilson's Old Testament Word Studies. Macdonald
Publishing Co. USA.
Brown, Francis - The New Hebrew-Aramaic and English Lexicon.
1980, USA.
Dictionary of the Bible, Vol IV, Pleroma-Zuzim, Fouth Impresion,
1905, New York
Feyerabend, Karl, Langenscheidt - Pocket Hebrew dictionary (Hebrew-English),
Printed in Germany.
Harris, R. Laird; Archer, Gleason L. Jr. & Waltke, Bruce K.
Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. Edições
Vida Nova, São Paulo, 1ª edição, 1998.
|