Que interessante… A população Islâmica mundial é aproximadamente de 1.200.000.000, ou seja é 20% do total da população mundial. Os árabes receberam os seguintes prêmios “Nobel”: Literatura: 1988 – Najib Mahfooz Paz: 1978 – EL-Sadat de Mohamed Anwar 1994 – Yaser Arafat Física: 1990 – Elias James Corey 1999 – Amhed Zewail Medicina: 1960 – Peter Brian Medawar 1998 – Ferid Mourad A população mundial judaica é de aproximadamente 14.000.000, ou seja é 0.02% do total da população mundial. Os judeus receberam os seguintes prêmios: Literatura: 1910 – Paul Heyse 1927 – Henri Bergson 1958 – Boris Pasternak 1966 – Shmuel Yosef Agnon 1966 – Nelly Sachs 1976 – Bellow de Saul 1978 – Singer de Isaac Bashevis 1981 – Elias Canetti 1987 – Joseph Brodsky 1991 – Nadine Gordimer Paz: 1911 – Alfred fritou 1911 – Tobias Michael Carel Asser 1968 – Rene Cassin 1973 – Henry Kissinger 1978 – Menachem começa 1986 – Elie Wiesel 1994 – Shimon Peres 1994 – Yitzhak Rabin Física: 1905 – Adolph Von Baeyer 1906 – Henri Moissan 1907 – Albert Abraham Michelson 1908 – Gabriel Lippmann 1910 – Otto Wallach 1915 – Richard Willstaetter 1918 – Fritz Haber 1921 – Albert Einstein 1922 – Niels Bohr 1925 – James Franck 1925 – Gustav Hertz 1943 – Stern de Gustav 1943 – George Charles de Hevesy 1944 – Rabbi de Isidor
Palavras são sementes As palavras de Ieshua devem e precisam ser analisadas de forma que possamos compreender o que Ele realmente desejava comunicar aos seus. Vamos analisar uma pequena porção de uma parábola de Ieshua e faremos algumas constatações: “E ele disse: A vós vos é dado conhecer os mistérios do poder soberano de Elohim, mas aos outros, por parábolas, para que, vendo, não vejam e, ouvindo, não entendam. Esta é, pois, a parábola: a semente é a palavra de Elohim” Lucas 8.10-11. A semente A palavra “semente” vem do termo hebraico “ha zera” que significa “a semente”; pode significar também descendência. Isso então nos mostra que a semente tem pelo menos duas conotações: a de um grão que, quando lançado na terra pode gerar plantas dependendo da qualidade da semente e pode significar também a “semente” plantada pelo homem numa mulher que lhe dará a sua descendência. Estes dois termos, numa análise final são um só de fato. Explicarei por que. Nas Escrituras por diversas vezes o homem é comparado a uma “árvore” e isso completa o significado de “semente” na conotação humana, pois se o homem é comparado a uma árvore – que se origina de uma semente – então ambos significados estão corretos. As árvores ou plantas tem o objetivo de beneficiarem o planeta terra com sua existência; esta deveria ser a função do homem
Isaías 9.6 Estamos vivendo um tempo em que os “contestadores” estão por toda a parte… Contestar é lícito e é necessário para que vivamos uma vida saudável, porém a contestação deve ter bases e motivos para ocorrer. Contestar apenas por contestar é um exercício de pura futilidade e pode levar estas pessoas a influenciarem aos menos preparados a deixarem sua fé original, justamente por não terem o conhecimento necessário. Vamos hoje falar sobre um texto que tem sido alvo de alguns “irmãos” que argumentam sobre a falta de bases de interpretação bíblica e reduzem os textos a simples “fatos históricos” sem qualquer conexão com o Ungido. Um dos textos que estão sendo contestados é este: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz”. A maioria dos intérpretes coloca este como um texto que aponta para o Ungido; porém temos agora, além do judaísmo tradicional, outras pessoas que contestam esta interpretação ligando este texto ao rei Ezequias e colocando-o como mais um relato histórico. Vamos analisar os fatos. A historicidade do texto Este texto refere-se ao tempo em que o profeta Isaías profetizava para Judá e os reis que ali estavam. O profeta nasce no ano de 765 a.c. e seu ministério começa no
Transformando circunstâncias Nabucodonosor, rei de Babilônia, a maior potência mundial nos idos de 607 A.C. é impelido em sua saga de conquistas a Jerusalém. Neste tempo a cidade é sitiada, conquistada e muito dela é levado à Babilônia, inclusive homens da alta sociedade judaica; somente os melhores foram escolhidos para transformarem-se em servos do rei Nabucodonosor: “Jovens em quem não houvesse defeito algum, de boa aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e doutos em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para assistirem no palácio do rei, e que lhes ensinassem as letras e a língua dos caldeus” Dn 1.4. Estes foram os que escaparam da morte, mas transformaram-se em escravos, seriam levados a um país estranho, com uma língua e costumes estranhos, com deuses desconhecidos e ali seriam simplesmente servos do rei. Um choque tremendo, pois em Israel estes homens faziam parte da alta sociedade judaica, tinham uma posição, prestígio, dinheiro, e o que é melhor, partilhavam com seu povo das bênçãos de D-us que agora os havia entregado nas mãos de um rei ímpio e idólatra. Agora eles não teriam mais vontade própria, não poderiam ir e vir com liberdade, nem mesmo a sua comida poderiam escolher! A determinação do rei foi que eles fossem devidamente alimentados e ao final de três anos deveriam ser colocados diante dele para serví-lo. O rei poderia
Vayishlach (Ele envia) Gn 32.3 – 36.43 / Ob 1:1–21 / Hb 11:11-20 Quando Shimon e Levi atacam a cidade de Shechem e subjugam os habitantes para salvar sua irmã Dinah, a Torah muda de tom para descrevê-los como sendo “os dois filhos de Ia´aqov” (Bereshit 34:25). Nesta altura certamente já estamos bem informados sobre a genealogia deles. Rashi comenta que ao repetir o óbvio, a Torah está destacando o fato de que, embora obviamente eles fossem filhos de Ia´aqov, não estavam agindo como tal, pois não procuraram seu conselho a respeito desta questão. Se nos perguntassem qual a qualidade essencial para que alguém seja considerado “agindo como um filho”, nossa primeira idéia seria provavelmente honrando os pais ou cuidando de suas necessidades. Mas Rashi aparentemente está nos revelando algo diferente. Os fatores mais básicos para ser considerado como “um filho” é que busque o conselho de seus pais. De fato, se examinarmos a etimologia da palavra hebraica para filho, “ben”, temos a mesma impressão. Quando Nôach nasceu, a Torah o declara fazendo referência a seu pai Lemech. “E ele teve um filho (ben)”. Rashi comenta que a palavra ben está relacionada à forma radical “baná” significando construir, e que a partir de Nôach finalmente a palavra foi reconstruída. Na noite de sexta-feira e nos serviços matinais de Shabat nos referimos aos que estudam Sua Torah como “filhos’
Orgulho de ser judeu O que é “ser judeu?” Para alguns é uma das maiores dádivas que o Criador deu ao homem enquanto que para outros é motivo de desprezo, riso e até mesmo de ódio mortal! Mas quem é o judeu? O judeu é aquele homem ou mulher que nasceram com raízes familiares voltadas para Israel. O ser judeu nos fala sobre as origens de todas as coisas, pois foi com ele que tudo começou… Avraham e os patriarcas deram início não somente a uma saga mas finalmente a uma grande história escrita por um povo que tornou-se a referência de coragem e valentia em todo o mundo… Ser judeu é lembrar de grandes homens sábios que trouxeram para a humanidade o conhecimento acera do Eterno e de Sua palavra… Moshe dá início a esse “derramar” de conhecimento celestial na terra recebendo a Torah; Shlomo há melech recebe além do conhecimento a sabedoria que extrapola a tudo aquilo que o homem jamais vira ou ouvira em toda a terra; depois vem o maior intérprete das Escrituras que a humanidade já conheceu: Ieshua, o filho de Elohim. Com ele as Escrituras são restauradas e a interpretação da Torah ganha uma nova dimensão; a dimensão não dos sábios ou eruditos, mas a dimensão do celestial que se encontra com o material. É a fusão dos céus com a terra
Leis de Nürnberg Excertos das “Leis de Nürnberg”, segundo “Izkor”, de Ben Abraham Lei para a Proteção do Sangue e da Honra Alemães de 15 de setembro de 1935 Firmemente persuadido de que a pureza do sangue alemão é a condição primordial da duração futura do Povo Alemão, e animado da vontade inabalável de garantir a existência da Nação Alemã nos séculos seguintes, o Reichstag aprovou por unanimidade a seguinte lei, agora promulgada: Art. 1º – 1) São proibidos os casamentos entre judeus e cidadãos de sangue alemão ou aparentado. Os casamentos celebrados apesar dessa proibição são nulos e de nenhum efeito, mesmo que tenham sido contraídos no estrangeiro para iludir a aplicação desta lei. 2) Só o procurador pode propor a declaração de nulidade. Art. 2º – As relações extra-matrimoniais entre Judeus e cidadãos de sangue alemão ou aparentado são proibidas. Art. 3º – Os Judeus são proibidos de terem como criados em sua casa cidadãos de sangue alemão ou aparentado com menos de 45 anos… Art. 4º – 1) Os Judeus ficam proibidos de içar a bandeira nacional do Reich e de envergarem as cores do Reich. 2) Mas são autorizados a engalanarem-se com as cores judaicas. O exercício dessa autorização é protegido pelo Estado. Art. 5º – 1) Quem infringir o artigo 1º será condenado a trabalhos forçados. 3) Quem infringir os arts. 3º e
Vayetse (Ele sai) Gn 28.10–32.3 / Os 12:13-14:10 / Jo 1:19-51 Durante sua ida da casa de seus pais em Bersheva à casa de Lavan em Charan, Ia´aqov acampa para passar a noite num local que mais tarde chamará de Bet El. A Torá declara que ele pegou algumas pedras, colocou-as ao redor da cabeça, e foi dormir (Bereshit 28:11). Rashi observa que as pedras serviram para proteger Ia´aqov dos animais selvagens, esta explicação apresenta uma dúvida: por que Ia´aqov não camuflou todo seu corpo com pedras? Por que rodeou apenas a cabeça? A viagem de Ia´aqov de Bersheva a Charan pode ser entendida como um modelo para a jornada da vida. Que todos comecemos nossa vida em Bersheva, um lar caloroso e acolhedor, e mais ainda, um oásis para o crescimento moral e espiritual. Chega a hora, entretanto, quando o cordão umbilical é cortado e devemos enfrentar o mundo “real” com todos seus desafios e obstáculos. A palavra Charan está associada à palavra hebraica charon, que significa “raiva”. É uma metáfora para o mundo em geral, onde o materialismo luta com a espiritualidade e “enfurece” D’us. Ia´aqov sabia que se envolveria em assuntos mundanos e materiais. Ele, e nós também, não temos outra escolha senão fazê-lo. Entretanto, ele resolveu proteger-se para não ficar obcecado e envolvido nestes assuntos, pois eles levam a um comportamento imoral e decadente.
Chanuká – 25 de Kislev Chanuká se inicia em 25 de Kislev (de modo geral, dezembro) comemora o triunfo dos judeus, sob a liderança dos Macabeus, contra os dominadores gregos (164 a E.C.); a vitória militar da pequena nação judaica contra a Grécia poderosa e a vitória espiritual da fé judaica contra a cultura helenista. A santidade da festa deriva deste aspecto espiritual da vitória, e do milagre “do vaso de óleo”, quando uma pequena quantidade de óleo de oliva consagrado, que bastava para manter o candelabro do templo aceso apenas por um dia, durou oito dias, o tempo necessário para que o Templo fosse rededicado. Chanuká é celebrada em Israel, assim como na Diáspora, durante oito dias. O principal aspecto da festa é a cerimônia de acender as velas toda noite – uma na primeira noite, duas na segunda, etc. – para recordar o milagre no Templo. A mensagem de Chanuká em Israel focaliza intensamente o tema da restauração da soberania; também os costumes praticados na Diáspora, como dar presentes e brincar com o sevivon (peão) são bastante comuns. Os lados do pião são decorados com as iniciais hebraicas da frase “Um grande milagre ocorreu aqui”. Ano após ano, quando chega a época de Chanucá, as luzes são acesas em cada lar judaico. Os judeus, ao derrotar as forças de Antiocos e com a retomada do Templo
Mudanças… Desde há muito que temos visto diariamente mudanças sendo realizadas na Igreja a fim de “atrair” um público cada vez maior e que venha, assim, a participar do chamado “Corpo do Ungido”. Seriam estas mudanças “lícitas” em termos bíblicos? Poderiam elas ter sido feitas pelos líderes da igreja desde os tempos mais remotos do cristianismo até hoje? Vejamos alguns pontos e consideremos sua validade ou não: Mudanças foram realizadas na tradução da Escritura, abrindo-se mão da terminologia judaica e “real” por termos mais “amenos” que dão sentidos “quase” iguais aos originais. Palavras e até mesmo frases inteiras são mal traduzidas justamente por “conveniência doutrinária”. Os responsáveis dizem assim: “Nossa tradução diz assim, pois cremos nisto e naquilo desta forma!” Ora, isso é completamente absurdo! A integridade da Palavra foi violada justamente por causa de “interesses” maiores daqueles que a traduzem! O argumento usado é o seguinte: “Nós não podemos agora mudar as “tradições” do cristianismo justamente por causa da tradução de algumas palavras!” Mudanças foram também realizadas quanto à interpretação bíblica através dos tempos. Hoje, a Escritura não é mais tão “séria” assim! Nós não precisamos observar tudo ao pé da letra! Algumas coisas foram somente para aquele tempo! O mundo evoluiu e nós precisamos seguir o curso da evolução das coisas, enfim, tudo mudou! Estes são alguns argumentos e desculpas esfarrapadas para que sejam aceitas as
