Guerra em Israel! Esta pode ser a manchete que em poucos dias veremos estampada em nossos principais meios de comunicação. Já é do conhecimento de todo o mundo que os chamados “palestinos” tem tentado de todas as formas possíveis fazer com que Israel ceda às suas pressões pela entrega não somente de mais territórios mas também da cidade de Jerusalém, que segundo consta, alegam que se tornará a Capital do Estado Palestino! Isso soa, no mínimo, como algo repugnante! O líder da Autoridade Palestina, Yasser Arafat declarou que se não houver um acordo entre judeus e palestinos em breve, o povo palestino proclamará seu estado com a capital em Jerusalém no dia 12 de setembro de 2000! Estas palavras soam como uma imensa provocação contra os judeus, pois até agora eles tem tentado de todas as formas fecharem um acordo de paz com os palestinos, mas sempre sem sucesso! Nós sabemos que o problema dos palestinos não é ter uma terra para morarem, pois Israel já cedeu territórios que podem muito bem comportar os palestinos, mas para eles isso não é o bastante! De todos os acordos que foram fechados com os palestinos, nenhum deles foi cumprido, pois após Israel ceder algo aos palestinos eles sempre novamente voltavam à ofensiva com novas reivindicações! Quando não podiam mais pedir terras, pediram então a libertação de prisioneiros palestinos em Israel.
O Templo de D-us A destruição do Templo em Jerusalém no ano 70 d. C. tem um grande significado, pois afetou o judaísmo e o cristianismo de formas até hoje não compreendidas. Para os judeus tradicionais a destruição do Templo trouxe, obviamente mais conseqüências. O que não é tão óbvio é o papel que o Templo desempenhou na mente e nas vidas dos judeus messiânicos. Muitos “cristãos” não consideram ser os primeiros judeus messiânicos judeus de fato, mas a Bíblia nos mostra claramente que isso não é verdade. At 21.18-20 – E no dia seguinte, Paulo entrou conosco em casa de Tiago, e todos os anciãos vieram ali… Bem vês, irmão, quantos milhares de judeus há que crêem, e todos são zeladores da lei… Temos quatro homens que fizeram voto; toma estes contigo, e santifica-te com eles, e faze por eles os gastos (sacrifícios do templo) para que rapem a cabeça, e todos ficarão sabendo que nada há daquilo de que foram informados acerca de ti, mas que também tu mesmo andas guardando a lei. Então Paulo, tomando consigo aqueles homens, entrou no dia seguinte no templo, já santificado com eles, anunciando serem já cumpridos os dias da purificação; e ficou ali até se oferecer por cada um deles a oferta (sacrifício). As oferendas do Templo eram sacrificiais por natureza. O voto mencionado aqui é o voto do
Um Rabino Muito Especial 1 – INTRODUÇÃO As três primeiras partes deste estudo mostravam como Ieshua se encaixa na descrição normal de um rabino do Primeiro Século em Israel. Mas, naturalmente, o Filho de Elohim era um rabino muito especial. Podemos citar pelo menos três diferenças básicas entre Ieshua e os outros rabinos. 2 – SUA MENSAGEM: O PODER SOBERANO DE ELOHIM Sua mensagem focava no fato de que era chegado o Poder soberano dos Céus. Este era um assunto que era muito discutido entre os sábios da época, e esperado por alguns dos segmentos do Judaísmo. Os essênios, por exemplo, viviam na expectativa apocalíptica da chegada do Poder soberano dos Céus, que culminaria na batalha entre os Filhos da Luz e os Filhos das Trevas. Porém, nenhum rabino jamais houvera anunciado a chegada do Poder soberano dos Céus. Ieshua veio proclamando o advento do Reino de Elohim, e o restante da Sua mensagem está relacionada à urgência da restauração do nosso relacionamento para com D-us, em virtude da chegada do Poder soberano. 3 – A SEMICHAH DE IESHUA Enquanto os outros sábios, para poder validar sua autoridade, ensinavam em nome de seus professores e predecessores, Ieshua ensinava no nome que lhe foi dado pelo Pai (Yud-Hey-Vav-Hey – o maior nome que existe acima nos céus e abaixo na terra). Até hoje, a autoridade rabínica é conhecida como
O mês de Shevat Segundo o Sêfer Yetzirá, cada mês do ano judaico tem uma letra do alfabeto hebraico, um signo do Zodíaco, uma das doze tribos de Israel, um sentido e um membro controlador do corpo que correspondem a ele. Shevat é o décimo primeiro mês do calendário judaico. O décimo quinto dia de Shevat é o “Ano Novo das Árvores” segundo a Escola de Hilel; segundo a escola de Shamai, o “Ano Novo das Árvores” é em Primeiro de Shevat. O “Ano Novo das Árvores” é o dia a partir do qual o novo ano é calculado para o fruto das árvores com respeito às mitsvot de ma’asser (“dízimos”; fruto que brota após esta data não pode ser apanhado como um dízimo sobre os frutos que nasceram antes) e orlá (fruto com menos de três anos de idade, que é proibido). É celebrado pela partilha de frutos, especialmente as sete espécies pelas quais a terra de Israel é enaltecida. O 15º dia do décimo primeiro mês alude ao segredo do inefável Nome de D’us Havayah, cujas primeiras duas letras, yud e hei (que representam o nível oculto, mais elevado, de unificação) totalizam 15, e cujas últimas duas letras, vav e hei, (que representam o nível inferior, revelado, de unificação) totalizam 11. O segredo total do Nome Havayah é o segredo da “Árvore da Vida”, a árvore
Ieshua usou Tefilin Ieshua usou filacterios (Tefilin) quando orou? Muitos dos nossos irmãos adeptos da Bíblia messiânica perguntaram-nos: “Ieshua orou vestindo tefillin (filacterios)?” Em Deuteronômio 11:18, lemos o seguinte: “Ponde pois estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma e atai-as por sinal na vossa mão, para que estejam por testeiras entre os vossos olhos”. Ieshua obedeceu o mandamento para amarrar a palavra de D-us na testa, e colocá-la no braço e na mão, ou estas palavras eram figuradas? Em um esforço para obedecer a palavra de D-us, os homens judeus nas Escrituras, amarravam e enrolavam as tiras de couro do Tefilin em torno do braço e mão e uma caixa preta (bayis) é “ligada” e colocada para proteger no antebraço e testa. Dentro de duas caixas estão quatro passagens das Escrituras. É, literalmente, a palavra de D-us vinculada no antebraço esquerdo para que represente o coração, a sede das emoções e também na cabeça logo acima da testa. Ieshua provavelmente teria também colocado o Tefilin no braço e testa, recitando preces matinais. No livro de Mateus, vemos Ieshua, um judeu observante da Torah, ele mesmo, não condenando o Tefilin, mas preferiu expor a hipocrisia daqueles que usavam-no com a finalidade de impressionar os outros: “E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens, pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das
O fim no princípio 3 O tefilin e a marca da besta Existe uma relação muito estreita entre o “tefilin” (cuja origem está na Torah) e uma passagem que causa muita polêmica nas Escrituras: o chamado “número da besta”. Vejamos o que nos diz este texto: “E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis” Ap 13:16-18. O que “conecta” esta passagem com o “tefilin” é justamente o lugar onde a marca é colocada! Isso faz com que hajam conexões entre a Torah e a “imitação” feita pelo nosso adversário. Mas, vejamos primeiro o que significa o “tefilin”. Tefilin, com raiz na palavra tefilá, significando “prece”) é o nome dado a duas caixinhas de couro, cada qual presa a uma tira de couro de animal kasher, dentro das quais está contido um pergaminho com os quatro trechos da Torah em que se baseia o uso dos filactérios (Shemá Israel, Vehaiá Im Shamoa, Cadêsh Li e Vehayá Ki
O Fim no princípio 2 Uma das perdas mais sentidas pelo homem quando pecou foi a da “árvore da vida” que ficava no centro do Gan Eden. Vamos ver agora o que aconteceu e como o que foi perdido por Adan foi novamente recuperado por Ieshua e como teremos novamente acesso à esta árvore tão falada nas Escrituras. “E Elohim fez crescer do solo toda árvore agradável à vista e boa para comer, e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal… E Elohim ordenou a Adam (Adão), dizendo: ‘Pode comer de todas as árvores do jardim. Mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, pois no dia em que comer dela certamente morrerá.’ E Elohim disse: ‘Não é bom para o homem ficar sozinho; farei para ele uma companheira.’” O mal enraíza no homem quando ele se concentra em si mesmo e em seus próprios desejos, em vez de em D’us e Seus desejos (ou, em nível mais profundo, quando se considera independente ou separado de D’us). Com esta orientação, avalia toda experiência apenas em termos de seu próprio senso subjetivo do bem. Na Tradição judaica e na Chassidut, está explicado que o bem contaminado pelo egoísmo é representado pela árvore do conhecimento do bem e do mal, ao passo que o bem
O fim no princípio Por que o Eterno deu a ordem para que Avram saísse de sua terra e do meio de sua parentela? Vamos descobrir os motivos disso agora! A primeira coisa que devemos saber é onde Avram residia. Ele morava numa cidade chamada Charan. A Torah nos diz o seguinte: “Ora, o IHVH disse a Avram: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Assim partiu Avram como o IHVH lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Avram da idade de setenta e cinco anos quando saiu de Harã” Gn 12:1-4. Sobre esta cidade está dito que ela é a origem do reino de Ninrode, Babel – palavra traduzida por “Babilônia”. Vejamos o relato: “E Cuxe gerou a Ninrode; este começou a ser poderoso na terra. E este foi poderoso caçador diante da face do IHVH; por isso se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do IHVH. E o princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar” Gn 10:8-10. Aqui a palavra “Ereque” se refere à
Islam “Agora Allá está trazendo os judeus de volta à Palestina em grandes grupos de todo o mundo para o seu grande cemitério, onde a promessa será realizada sobre eles, e o que foi destinado será executado”. Sheik Abdul Azziz Odeh, fundador e líder da Guerra Santa Islâmica e Palestina numa conferência em Chicago, em dezembro de 1990. A onda Islâmica de orações “Se fosse possível tomar uma espaçonave e voar alto acima da terra e observar a humanidade com um super telescópio, veríamos um ritual de orações do Islamismo varrendo o globo terrestre como poderosas ondas, cinco vezes ao dia com milhões de Muçulmanos se inclinando ao chão em adoração. Ao alvorecer, tão cedo quanto se possa distinguir entre um raio de sol na escuridão o Muçulmano começa a orar nas Filipinas. A primeira onda de adoradores engrossa-se adiante sobre a Indonésia, Malásia, Bangladesh, Índia, e então sobre o Irã e a Turquia. Finalmente isto alcançará a Europa, ao mesmo tempo em que a segunda onda de adoradores começa ao meio-dia para os Muçulmanos na China. Esta nova onda alcançará a Índia e os 45 milhões de Muçulmanos na Rússia, justamente como uma terceira onda de orações que começará às 15 horas no leste. Estas três ondas de adoradores seguem-se uma à outra sucessivamente, moldando e determinando a vida debaixo da cultura islâmica. Ao pôr-do-sol a penúltima
Quem é Lúcifer? O “nome” Lúcifer ocorre uma vez nas Escrituras Sagradas e apenas em algumas Traduções da Bíblia em língua portuguesa, geralmente usado na “Vulgata” para referir a “Estrela da Manhã”, ou um “filho do sol”. Por exemplo, a tradução de Isaías 14:12: “Como caíste dos céus, ó Lúcifer, tu que ao ponto do dia parecias tão brilhante?” O texto abaixo e sua tradução literal diz assim: “Como caíste dos céus brilhante filho do negrume abatido por terra (tu) que abatia os gentios”. Pela tradução mais literal percebemos que por um erro criou-se uma falsa “tradição” em torno deste ser colocando-o numa posição que realmente não era sua! O nome “Lúcifer” provém do latim Lux fero, e significa “portador da Luz”, enquanto que em hebraico, é heilel ben-shahar e significa “filho do negrume”; em na Septuaginta, heosphoros significa “o que leva a luz”, representando a estrela da manhã, o planeta vênus, que é visível antes do alvorecer. A designação descritiva de Isaias 14: 12, provém duma raiz que significar “brilhar” (Jó 29:3), e aplicava-se a uma metáfora advinda aos excessos de um “rei de Babilônia”, não a uma entidade em si, como afirma o pesquisador iconográfico Luther Link, “Isaías não estava falando do Diabo. Usando imagens possivelmente retiradas de um antigo mito cananeu, Isaías referia-se aos excessos de um ambicioso rei babilônico”. Só que a expressão “ben
