Ieshua e o bar mitzvá

Ieshua e o bar mitzvá

Ieshua e o bar mitzvah O costume conhecido como Bar Mitzvah do judaísmo, era reconhecido quando Ieshua era um menino. Um dos costumes mais conhecidos do povo judeu é uma vinda de idade cerimônia chamada o Bar Mitzvah (filho do mandamento) e bat Mitzvá (Filha do mandamento). O significado do termo Bar (filho) e n (filha) Bat Mitzvah (mandamento) implica a importância deste Marco na vida de um jovem judeu, uma vez que esta é a idade quando eles assumem a responsabilidade pelas suas próprias ações e fé em D-us. Os rapazes têm seu Bar Mitzváh aos 13 anos, enquanto as meninas têm seu bat Mitzvah aos 12. Enquanto alguns acreditam que a cerimônia de Bat Mitzvah (filha) é uma recente inovação, provavelmente decorrentes na década de 1920, na América, há evidências de arquivamento da grande sinagoga em Roma datando de 2300 anos atrás, de jovens mulheres que foram convocadas na sinagoga diante de toda a Comunidade para publicamente marcar sua maturidade. Ao contrário da reforma e Judaísmo conservador, a maioria das comunidades Ortodoxas Judaicas ainda não aceitarem o Bat (filha) Mitzvah, apesar de alguns avanços estão sendo feitos. Uma cerimônia não é necessária para marcar este evento; no judaísmo, é quando uma criança de certa idade torna-se um filho ou filha do mandamento e cruza a linha divisória de sua adolescência. Os pais na verdade alegram-se porque

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Pérolas do Rebe

Pérolas do Rebe

Pérolas do Rebe Trechos extraídos do livro “Trazendo o Céu para a Terra – 365 Meditações dos Ensinamentos do Rebe, Por Tzvi Freeman Pela Editora Colel, 2000 A finalidade de toda a Criação é declarada quase que imediatamente na hora do Gênesis: E D’us disse: “Que haja Luz!” O propósito da Criação é que todo o mundo – até a escuridão – se transforme em luz. Lutar contra o mal é uma atividade muito nobre quando necessária. Porém não é nossa missão na vida. Nosso trabalho é trazer mais luz. O Baal Shem Tov ensinava que em tudo que uma pessoa vê ou ouve neste mundo, deve encontrar um ensinamento sobre como o Homem deve servir a D’us. Na verdade, este é todo o significado do serviço a D’us. Em 1976, em meio a múltiplos litígios, o recluso e excêntrico multimilionário Howard Hughes faleceu. O Rebe falou sobre ele: Ele sentia não poder confiar em ninguém, pois estavam todos atrás do seu dinheiro. Durante os últimos vinte anos de sua vida, tudo que ele fazia era se esconder do mundo, sem um amigo, e sem qualquer tipo de divertimento na vida. Era um homem que tinha tudo, e tudo que ele possuía serviu somente para deixá-lo trancado. Ele era igual a qualquer um de nós. Temos as chaves da nossa liberdade, mas as usamos para nos trancar. Quando

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História dos conflitos

História dos conflitos

História dos conflitos Breve história do Conflito Árabe (Palestino)/ Israelense A Torah nos ensina: “Am levad ishkon, ve bagoyim ló yitchashav” (o povo judeu é solitário e não conta entre os povos)”. “Na verdade, os palestinos deveriam reinvidicar terras da Jordânia e do Egito, pois foram eles que botaram a perder as suas casas, evocando uma guerra contra Israel, com o único propósito de destruir o único lar do povo Judeu“. Esta realidade pode ser constatada na Bíblia, no Corão, livros de história e em anos mais recentes, nos meios de comunicação. O mesmo pode ser consultado na imprensa escrita, jornais, revistas, e quaisquer outros meios da época correspondente. Esta informação foi tomada, adaptada e traduzida de uma circular enviada dos Estados Unidos, por um professor americano, não judeu. Jewish Brazil adicionou fatos que considera relevantes ao público. 1- Israel com sua capital Jerusalém, tornou-se um país soberano 2000 anos antes do surgimento do Islam. Jamais houve um governo árabe em Israel. O nome “Palestina” foi criado pelos romanos para indicar que aquela era a terra dos filisteus e descaracterizá-la como estado Hebreu por volta do ano 70 da E.C. 2- Os refugiados árabes em Israel começaram a identificar-se como parte de um povo palestino em 1921, 30 anos depois que chegaram a Israel cerca de 85.000 judeus. Muitos foram trazidos da Península Arábica por Lawrence, um oficial

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Que interessante…

Que interessante…

Que interessante… A população Islâmica mundial é aproximadamente de 1.200.000.000, ou seja é 20% do total da população mundial. Os árabes receberam os seguintes prêmios “Nobel”: Literatura: 1988 – Najib Mahfooz Paz: 1978 – EL-Sadat de Mohamed Anwar 1994 – Yaser Arafat Física: 1990 – Elias James Corey 1999 – Amhed Zewail Medicina: 1960 – Peter Brian Medawar 1998 – Ferid Mourad A população mundial judaica é de aproximadamente 14.000.000, ou seja é 0.02% do total da população mundial. Os judeus receberam os seguintes prêmios: Literatura: 1910 – Paul Heyse 1927 – Henri Bergson 1958 – Boris Pasternak 1966 – Shmuel Yosef Agnon 1966 – Nelly Sachs 1976 – Bellow de Saul 1978 – Singer de Isaac Bashevis 1981 – Elias Canetti 1987 – Joseph Brodsky 1991 – Nadine Gordimer Paz: 1911 – Alfred fritou 1911 – Tobias Michael Carel Asser 1968 – Rene Cassin 1973 – Henry Kissinger 1978 – Menachem começa 1986 – Elie Wiesel 1994 – Shimon Peres 1994 – Yitzhak Rabin Física: 1905 – Adolph Von Baeyer 1906 – Henri Moissan 1907 – Albert Abraham Michelson 1908 – Gabriel Lippmann 1910 – Otto Wallach 1915 – Richard Willstaetter 1918 – Fritz Haber 1921 – Albert Einstein 1922 – Niels Bohr 1925 – James Franck 1925 – Gustav Hertz 1943 – Stern de Gustav 1943 – George Charles de Hevesy 1944 – Rabbi de Isidor

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Palavras são sementes

Palavras são sementes

Palavras são sementes As palavras de Ieshua devem e precisam ser analisadas de forma que possamos compreender o que Ele realmente desejava comunicar aos seus. Vamos analisar uma pequena porção de uma parábola de Ieshua e faremos algumas constatações: “E ele disse: A vós vos é dado conhecer os mistérios do poder soberano de Elohim, mas aos outros, por parábolas, para que, vendo, não vejam e, ouvindo, não entendam. Esta é, pois, a parábola: a semente é a palavra de Elohim” Lucas 8.10-11. A semente A palavra “semente” vem do termo hebraico “ha zera” que significa “a semente”; pode significar também descendência. Isso então nos mostra que a semente tem pelo menos duas conotações: a de um grão que, quando lançado na terra pode gerar plantas dependendo da qualidade da semente e pode significar também a “semente” plantada pelo homem numa mulher que lhe dará a sua descendência. Estes dois termos, numa análise final são um só de fato. Explicarei por que. Nas Escrituras por diversas vezes o homem é comparado a uma “árvore” e isso completa o significado de “semente” na conotação humana, pois se o homem é comparado a uma árvore – que se origina de uma semente – então ambos significados estão corretos. As árvores ou plantas tem o objetivo de beneficiarem o planeta terra com sua existência; esta deveria ser a função do homem

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Isaías 9.6

Isaías 9.6

Isaías 9.6 Estamos vivendo um tempo em que os “contestadores” estão por toda a parte… Contestar é lícito e é necessário para que vivamos uma vida saudável, porém a contestação deve ter bases e motivos para ocorrer. Contestar apenas por contestar é um exercício de pura futilidade e pode levar estas pessoas a influenciarem aos menos preparados a deixarem sua fé original, justamente por não terem o conhecimento necessário. Vamos hoje falar sobre um texto que tem sido alvo de alguns “irmãos” que argumentam sobre a falta de bases de interpretação bíblica e reduzem os textos a simples “fatos históricos” sem qualquer conexão com o Ungido. Um dos textos que estão sendo contestados é este: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz”. A maioria dos intérpretes coloca este como um texto que aponta para o Ungido; porém temos agora, além do judaísmo tradicional, outras pessoas que contestam esta interpretação ligando este texto ao rei Ezequias e colocando-o como mais um relato histórico. Vamos analisar os fatos. A historicidade do texto Este texto refere-se ao tempo em que o profeta Isaías profetizava para Judá e os reis que ali estavam. O profeta nasce no ano de 765 a.c. e seu ministério começa no

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Transformando circunstâncias

Transformando circunstâncias

Transformando circunstâncias Nabucodonosor, rei de Babilônia, a maior potência mundial nos idos de 607 A.C. é impelido em sua saga de conquistas a Jerusalém. Neste tempo a cidade é sitiada, conquistada e muito dela é levado à Babilônia, inclusive homens da alta sociedade judaica; somente os melhores foram escolhidos para transformarem-se em servos do rei Nabucodonosor: “Jovens em quem não houvesse defeito algum, de boa aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e doutos em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para assistirem no palácio do rei, e que lhes ensinassem as letras e a língua dos caldeus” Dn 1.4. Estes foram os que escaparam da morte, mas transformaram-se em escravos, seriam levados a um país estranho, com uma língua e costumes estranhos, com deuses desconhecidos e ali seriam simplesmente servos do rei. Um choque tremendo, pois em Israel estes homens faziam parte da alta sociedade judaica, tinham uma posição, prestígio, dinheiro, e o que é melhor, partilhavam com seu povo das bênçãos de D-us que agora os havia entregado nas mãos de um rei ímpio e idólatra. Agora eles não teriam mais vontade própria, não poderiam ir e vir com liberdade, nem mesmo a sua comida poderiam escolher! A determinação do rei foi que eles fossem devidamente alimentados e ao final de três anos deveriam ser colocados diante dele para serví-lo. O rei poderia

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Orgulho de ser judeu

Orgulho de ser judeu

Orgulho de ser judeu O que é “ser judeu?” Para alguns é uma das maiores dádivas que o Criador deu ao homem enquanto que para outros é motivo de desprezo, riso e até mesmo de ódio mortal! Mas quem é o judeu? O judeu é aquele homem ou mulher que nasceram com raízes familiares voltadas para Israel. O ser judeu nos fala sobre as origens de todas as coisas, pois foi com ele que tudo começou… Avraham e os patriarcas deram início não somente a uma saga mas finalmente a uma grande história escrita por um povo que tornou-se a referência de coragem e valentia em todo o mundo… Ser judeu é lembrar de grandes homens sábios que trouxeram para a humanidade o conhecimento acera do Eterno e de Sua palavra… Moshe dá início a esse “derramar” de conhecimento celestial na terra recebendo a Torah; Shlomo há melech recebe além do conhecimento a sabedoria que extrapola a tudo aquilo que o homem jamais vira ou ouvira em toda a terra; depois vem o maior intérprete das Escrituras que a humanidade já conheceu: Ieshua, o filho de Elohim. Com ele as Escrituras são restauradas e a interpretação da Torah ganha uma nova dimensão; a dimensão não dos sábios ou eruditos, mas a dimensão do celestial que se encontra com o material. É a fusão dos céus com a terra

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Leis de Nürnberg

Leis de Nürnberg

Leis de Nürnberg Excertos das “Leis de Nürnberg”, segundo “Izkor”, de Ben Abraham Lei para a Proteção do Sangue e da Honra Alemães de 15 de setembro de 1935 Firmemente persuadido de que a pureza do sangue alemão é a condição primordial da duração futura do Povo Alemão, e animado da vontade inabalável de garantir a existência da Nação Alemã nos séculos seguintes, o Reichstag aprovou por unanimidade a seguinte lei, agora promulgada: Art. 1º – 1) São proibidos os casamentos entre judeus e cidadãos de sangue alemão ou aparentado. Os casamentos celebrados apesar dessa proibição são nulos e de nenhum efeito, mesmo que tenham sido contraídos no estrangeiro para iludir a aplicação desta lei. 2) Só o procurador pode propor a declaração de nulidade. Art. 2º – As relações extra-matrimoniais entre Judeus e cidadãos de sangue alemão ou aparentado são proibidas. Art. 3º – Os Judeus são proibidos de terem como criados em sua casa cidadãos de sangue alemão ou aparentado com menos de 45 anos… Art. 4º – 1) Os Judeus ficam proibidos de içar a bandeira nacional do Reich e de envergarem as cores do Reich. 2) Mas são autorizados a engalanarem-se com as cores judaicas. O exercício dessa autorização é protegido pelo Estado. Art. 5º – 1) Quem infringir o artigo 1º será condenado a trabalhos forçados. 3) Quem infringir os arts. 3º e

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Mudanças

Mudanças

Mudanças… Desde há muito que temos visto diariamente mudanças sendo realizadas na Igreja a fim de “atrair” um público cada vez maior e que venha, assim, a participar do chamado “Corpo do Ungido”. Seriam estas mudanças “lícitas” em termos bíblicos? Poderiam elas ter sido feitas pelos líderes da igreja desde os tempos mais remotos do cristianismo até hoje? Vejamos alguns pontos e consideremos sua validade ou não: Mudanças foram realizadas na tradução da Escritura, abrindo-se mão da terminologia judaica e “real” por termos mais “amenos” que dão sentidos “quase” iguais aos originais. Palavras e até mesmo frases inteiras são mal traduzidas justamente por “conveniência doutrinária”. Os responsáveis dizem assim: “Nossa tradução diz assim, pois cremos nisto e naquilo desta forma!” Ora, isso é completamente absurdo! A integridade da Palavra foi violada justamente por causa de “interesses” maiores daqueles que a traduzem! O argumento usado é o seguinte: “Nós não podemos agora mudar as “tradições” do cristianismo justamente por causa da tradução de algumas palavras!” Mudanças foram também realizadas quanto à interpretação bíblica através dos tempos. Hoje, a Escritura não é mais tão “séria” assim! Nós não precisamos observar tudo ao pé da letra! Algumas coisas foram somente para aquele tempo! O mundo evoluiu e nós precisamos seguir o curso da evolução das coisas, enfim, tudo mudou! Estes são alguns argumentos e desculpas esfarrapadas para que sejam aceitas as

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