Brit Hadasha e a Torah A Brit Hadasha fala sobre a Torah A “lei” de IHVH, dado por ele desde a criação e mediada por anjos para todos os profetas, é a palavra hebraica Torah, que significa “ensino ou instrução”. A Brit Hadasha / restauração da aliança não nega a Torah A Torah é aumentada no coração da Brit Hadasha no Messias. “Eis, vêm os dias, declara IHVH, que eu vou fazer uma restauração da aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá: não segundo a aliança que fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão para trazê-los da terra do Egito… Mas esta será a aliança que farei com a casa de Israel… Colocarei Minha Torah em suas partes internas e escrevê-la-ei em seus corações; serei o seu Elohim, e eles serão o meu povo” (Jr 31:31-33). “E quando eles ouviram, eles glorificavam o Senhor e disseram-lhe: Bem vês, irmão, quantos milhares de judeus há que crêem, e todos zelosos da Torah” (At 21:20). A Torah é perpétua em toda Brit Hadasha até o fim dos tempos. “Porque em verdade vos digo que, até que os céus e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da Torah sem que tudo seja cumprido” (Mt 5:18). O Messias espera que a Torah seja ensinada, não abolida.
Bênçãos e Maldições Bênçãos no Lugar de Maldições Todos nós ouvimos a história – relatada na leitura da Torah desta semana – de como o Rei Balaq encarregou Bil´am de amaldiçoar os Filhos de Israel, e de como D’us transformou as maldições da boca do profeta em bênçãos. Lemos os versos saindo dos lábios de Bil´am, o que inclui adjetivos primorosos jamais ditos sobre o povo judeu. Linda história. Mas o Talmud pergunta: O que Bil´am queria dizer? Quais eram as suas maldições que foram transformadas em bênçãos? Bem, sigamos a lógica do Talmud. Se as maldições foram transformadas em bênçãos, então deveriam ser diametralmente opostas às bênçãos. Se quisermos saber o que Bil´am queria dizer, devemos examinar mais detidamente as palavras que ele realmente proferiu. Qual foi a bênção proferida por Bil´am? Que grandes reis surgirão em Israel, estabelecendo uma dinastia que durará por gerações e jamais será quebrada; que Israel será soberana na sua terra para sempre, a maior e mais poderosa na família das nações, a Presença Divina habitando em seu meio, liderando a humanidade em sua busca para conhecer e servir a seu Criador. Então, o que Bil´am queria dizer de fato? Exatamente o contrário, obviamente: que os reis de Israel cairiam, sua dinastia real seria interrompida, sua soberania teria um fim, a Presença Divina em seu Templo Sagrado partiria, seu poder terminaria, sua
Bandeira da Europa A bandeira da Europa – um símbolo mariano Sob esse título foi-nos enviada a notícia que segue abaixo, sem maiores informações sobre a fonte. Nós a reproduzimos, porque nos parece importante que nossos muitos leitores estejam informados a respeito. Mas eu gostaria de observar expressamente que está longe de nós querer ferir leitores católico-romanos. Sabemos muito bem das palavras do anjo Gabriel a Maria: “…bendita tu entre as mulheres” (Lc 1.28, Ed. Rev. e Corr.). Conhecemos a declaração da ouvinte anônima de Ieshua: “Bem-aventurada aquela que te concebeu e os seios que te amamentaram” (Lc 11.27). Estamos completamente informados como justamente a Maria coube a vocação singular de ser mãe de nosso Senhor. Mas da mesma maneira sabemos pela mesma Bíblia, que o Senhor Ieshua, quando sua mãe quis de boa vontade assumir o papel de intermediária, rejeitou-a decididamente com as palavras: “Mulher, que tenho eu contigo?” (Jo 2.4a). Além disso, sabemos que Paulo rejeita insistentemente qualquer função mediadora além do único mediador entre D-us e os homens, Ieshua o Ungido, com as palavras: “Porquanto há um só Elohim e um só Mediador entre D-us e os homens, O Ungido Ieshua, homem” (I Tm 2.5). Com base nesse fato incontestável, é esclarecedor constatar (também justamente através da notícia seguinte), quais espíritos do abismo penetram na veneração anti-bíblica de Maria, no reconhecimento do seu “papel de
Balbúrdia teológica Já não é de hoje que temos assistido a muitos exemplos de “abusos” e também de “falcatruas teológicas” que tem feito do povo do Eterno simplesmente uma “marionete” nas mãos de líderes que tem se aproveitado da inocência e da credibilidade das pessoas. Mas, quando e como tudo isso começou? Podemos afirmar que a nossa atual situação é fruto de uma série de “episódios” que culminaram na atual balbúrdia teológica que parece não ter fim! Esta balbúrdia tem sua origem no desvio ocasionado já após a morte dos últimos enviados de Ieshua; eles eram os “guardiões” da pureza das Escrituras e buscavam zelosamente fazer com que as pessoas que recebiam as boas novas acerca do Ungido fossem instruídas de forma muito clara e precisa acerca das origens de sua fé. Neste momento temos dois grupos que deveriam ser trabalhados de forma diferente: os judeus dispersos por todo o império romano e os gentios. Os judeus não precisavam “converter-se” mas somente completarem-se com o Ungido. Eles já tinham uma confiança no Eterno e conheciam bem Sua Palavra, por isso precisavam saber as boas novas acerca do Ungido para que sua fé pudesse ser completa. Sendo assim não deixariam o judaísmo mas o completariam com a mensagem recém-recebida. Já com os gentios isso seria diferente, pois precisavam de fato fazer “teshuvá” que é o retorno ao D-us verdadeiro
Baal Shem Tov falou Sigalith nos conta que esteve no Centro de Kabbalah em Tel Aviv (subsolo na rua Bugrachov) e lá na parede, emoldurada, tinha uma relíquia, uma citação muito especial, a qual ela pediu, com muito respeito e veneração, para tirar uma cópia xerox. Baal Shem Tov falou: Uma pessoa totalmente pura e sem defeito nenhum, qualquer que seja, não pode enxergar maldade em nenhuma outra pessoa e nem pode ouvir sobre nenhuma maldade que possa ter feito outra pessoa. O Bendito D’us, jamais proporcionaria a ela ver o mal ou ouvir qualquer mal. Portanto, quando um ser humano (Adam), que se depara ou vê qualquer pessoa que faça o mal ou ainda que digam a ele sobre alguém que fez o mal, que saiba claramente, que ele mesmo contém algo desta mesma espécie, e mesmo que seja um Tsadik (“Justo”), de qualquer modo, ele próprio tem um pouquinho do pouco daquele mal. Foi o Bendito D’us que proporcionou ao Justo ver ou ouvir aquilo, para que prestasse atenção e procurasse reparar aquele mal e dessa forma voltasse à pessoa que fez o mal e a ajudasse a repará-lo, pois um depende do outro. Portanto nenhuma pessoa deve falar mal do seu próximo, mesmo que o tenha visto cometer uma transgressão ou que tenha ouvido de pessoa de confiança que foi cometida a transgressão. Ou seja,
As sete maravilhas da história judaica Os sete marcos que desafiam os padrões históricos e cumprem profecias antigas. por Rabino Motty Berger e Rabino Asher Resnick Imagine um alienígena aterrissando neste planeta. No seu primeiro dia aqui, ele testemunha dois eventos: a abertura do Mar Vermelho e o nascimento de um bebê. O que você diria que é um milagre maior? A maioria dos alienígenas diria que o nascimento de um bebê parece ser um milagre maior do que a abertura das águas. No entanto, se nós lhe perguntássemos se o nascimento de uma criança é um milagre, você poderia não concordar. Por quê? Porque partos ocorrem todo o tempo – aproximadamente a cada sete segundos mais ou menos neste país. Quando algo acontece todo o tempo, nós o aceitamos como algo corriqueiro e pensamos que ele é natural. Mas quando nós observamos isto como um alienígena, nós podemos ver que milagre incrível ele é. Vamos examinar a história judaica por uma perspectiva similar, deixando de lado qualquer conhecimento prévio que nós temos. Os eventos que ocorreram com o nosso povo durante os últimos 3.000 anos parecem ser eventos comuns ou há algo excepcional e talvez milagroso que acontece aqui? Aliás, vamos fingir que nós nunca nem ouvimos falar do povo judeu. E vamos decidir: estes eventos são coincidências ou providências? O Rei Luís XIV certa vez teve
Até quando perdoar? Perdão… o conceito é muito profundo porém a atitude do perdão é algo que por vezes falta em nossa vida, pois temos dificuldades em exercer esta atitude de liberação da vida de alguém que nos fez mal. Definindo o perdão Perdão é: “O perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição”. Baseados nesta definição entendemos que o perdão é uma atitude que independe de sentimentos, ou seja, não importa se uma pessoa sente que deve perdoar, é necessário o ato de liberar palavras de perdão para a vida daquele que nos prejudicou. A tradição judaica nos traz algo muito interessante sobre o perdão: “…As instruções pareciam claras: perdoe pelo bem do perdão. Perdoe não porque há um motivo que você entenda (pois talvez você jamais entenda Meus caminhos) nem porque Eu mereço (pois os caminhos que Eu manifesto muitas vezes são terríveis e assustadores). Perdoe unicamente por amor, para que possamos novamente ficar juntos. Perdoe porque você, criado à Minha imagem, também é um perdoador. Eu criei você com essa capacidade para que sempre, não importa o que aconteça em sua vida, você e Eu possamos estar juntos, prontos para um novo começo. Não
As sete espécies Sete espécies de frutas ajudam a saúde cardíaca “Porque o IHVH teu Elohim te mete numa boa terra, terra de ribeiros de águas, de fontes, e de abismos, que saem dos vales e das montanhas; terra de trigo e cevada, e de vides, e figueiras, e romeiras; terra de oliveiras, abundante de azeite e mel” (Dt 8:7–8). Consumindo duas das sete espécies da Bíblia — uma metade de um copo de suco de romã e algumas tâmaras por dia — melhora a saúde cardíaca, revela um novo estudo de Haifa Technion-Israel Institute of Technology. (Tempos de Israel). Esta combinação simples pode proteger contra doenças cardíacas e acidente vascular cerebral, o estudo, disse. A combinação de tão pouco como um copo de suco de romã e três tâmaras pode afastar a arteriosclerose, uma condição em que artérias tornam-se duras e entupidas com placa. Estas placas de depósitos gordurosos são perigosas porque eles podem se romper. Coágulos de sangue que se formam podem bloquear o sangue para o cérebro, levando a um derrame. As Sete espécies na Bíblia refletem a abundância da terra prometida ao povo judeu, por D-us, uma terra que mana leite e mel. O mel, no entanto, veio da tâmara e não das abelhas. Observando que a maior concentração de antioxidantes está realmente nas caixas de tamaras, o diretor do estudo, Professor Michael Aviram
Assimilação não! Assimilação O que é “assimilação”? Esta palavra pode ser assim definida: Assimilação é um metaplasmo que consiste ou na aproximação ou na perfeita identidade; isso pode acontecer com indivíduos ou entre dois fonemas, como ocorreu, por exemplo, na evolução da palavra latina “persicum” (de Mela Persicum, literalmente “Maçã da Pérsia”) para o português “pêssego”. A assimilação é o grande perigo que correm judeus e crentes em todo o mundo. Ela costuma ser lenta e gradativa, mas quando começa mostra-se implacável em seu avanço e nos males que ela provoca. A assimilação é resultado de nossa “distância” ou “distanciamento” de nossas raízes e de nosso povo. Ela ocorreu nas épocas de cativeiros e em cada caso produziu um mal diferente. A tradição judaica nos diz: “O perigo para a vida judaica e a existência nos países livres, especialmente nos Estados Unidos, não é da exterminação física, D’us não o permita, por um outro Hitler ou Eichman, mas sim um perigo não menos destrutivo, o risco da assimilação. Exatamente porque não há antagonismo externo e discriminação contra os judeus, especialmente nas classes média e baixa (embora na classe alta, a tendência para a assimilação seja reprimida pelo preconceito), o perigo da assimilação de massa é bastante real. Além disso, fatores como a educação compulsória e social e as pressões econômicas de conformidade, etc., associadas à grande ignorância sobre
As profecias de Joel As profecias de Joel, a restauração de Israel e o dia do IHVH O profeta Hebreu Io’el (יוֹאֵל, ou seja, El é D-us) fornece alguns dos detalhes mais excepcionais e explícitos sobre o dia do Senhor, um tempo de julgamento no futuro não muito distante que irá ser camuflado na escuridão com exércitos que conquistarão e consumirão como o fogo. Joel também nos diz que, no fim dos tempos, D-us irá orquestrar a completa redenção de Israel, descrevendo sinais celestiais envolvendo o sol, lua e os corpos celestiais. “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do IHVH. E há de ser que todo aquele que invocar o nome do IHVH será salvo; porque no monte de Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o IHVH tem dito, e nos restantes, que o IHVH chamar” (Jl 2:31-32). Muitos crentes hoje me perguntam se este eclipse solar e lunar será cumprido pela Tétrade de lua de sangue dos quais estamos atualmente no meio, o que significa que o dia do Senhor logo ali, ao virar da esquina. Joel: o homem e o profeta Embora o profeta Joel nos diga sobre os principais eventos do fim dos tempos que provavelmente nos preocupam hoje, ele é um personagem um tanto obscuro e misterioso. Enquanto Joel
