Cinco rabinos que aceitaram Ieshua e foram perseguidos por suas famílias e comunidades. “Imediatamente, algo como escamas caíram dos olhos de Sha´ul, e ele podia ver novamente. Ele se levantou e foi imerso” (At 9:18). Na comunidade judaica em todo o mundo, um equívoco generalizado persiste que diz nenhum dos judeus sábios e rabinos acreditavam que Ieshua é o Messias judeu. Esta falsa noção é uma das razões por que muitos judeus hoje não acreditoem nele. A objeção que Ieshua não pode ser o Messias Judeu é fundamentada desta forma: “Se de homens tão piedosos, respeitados, ensinaram as pessoas a não acreditar que Ieshua é o Messias, então quem sou eu — uma pessoa menos conhecedora sobre a Torah e a D-us do que eles — para acreditar nele?” A verdade, porém, é que, ao longo da história, tem mostrado a centenas de rabinos judeus ortodoxos, até mesmo os líderes de comunidades inteiras, que Ieshua é o Messias prometido de Israel e o mundo. Por sua fé em Ieshua, estavam no ostracismo de sua comunidade espiritual e perseguidos. E embora os rabinos neste artigo são falecidos, uma perseguição da tal sortes persiste na forma de sites antimissionário, cujo único objetivo é desacreditar seus depoimentos e classificá-los como apóstatas. Estes eram homens educados, mesmo as autoridades judaicas Halachichas (autoridades rabínicas de leis e regulamentos), vida e pensamento. Como podemos
As Doze Passagens da Torah Eliézer Ben Iehuda …No entanto, até o final do século passado, hebraico teve uso restrito a rezas e orações. Dezoito anos antes do surgimento do Movimento Sionista, um lituano, chamado Eliezer Ben Iehuda, começou a trabalhar arduamente pelo Renascimento da língua hebraica, como Instrumento de comunicação para o uso quotidiano. Assim que chegou em Eretz Israel, começou a escrever artigos para o jornal hebraico, “Hachavatzélet”; e depois, passou a escrever ele mesmo um jornal. Adotou o hebraico como idioma oficial de sua casa e só conversava com seu filho, Itamar, nesta língua. Ben Iehuda foi julgado como louco por muitos. Porém, pouco a pouco, ele foi criando palavras que pudessem atender as necessidades do dia a dia e as publicava em seu jornal. Infelizmente, Eliézer Ben Iehuda faleceu antes de concretizar o seu maior sonho – escrever um dicionário da língua hebraica. Amiguinhos! O Rebe de Lubavitch selecionou doze trechos de toda a Torah especialmente para vocês decorarem e recitarem diariamente! Vejam só como o líder da nossa geração se preocupou em preparar essas passagens básicas da nossa tradição e incentivou cada criança judia a estudá-las. Que tal? As Doze Passagens da Torah Torah tsivá lanu Moshé morashá kehilat Yaacov. (Deuteronômio 23:4) A Torah que Moisés nos ordenou é uma herança para a congregação de Jacob. Cada judeu tem direito à Torah. Não
As dez tribos perdidas As Dez Tribos foram exiladas durante a Era do Primeiro Templo – aproximadamente há 2500 anos, e estão separadas do restante do judaísmo desde então. Mas ao final, serão redimidas, e juntar-se-ão ao restante do judaísmo – na era de Mashiach. Este ensaio dirige-se às várias opiniões no Talmud a respeito do destino das Dez Tribos, e a grande dúvida: As Dez Tribos realmente voltarão? Vamos começar do início Mais de 1000 anos antes das Dez Tribos serem exiladas, o amado filho de Ia´aqov – Iosef, foi raptado pelos irmãos – e vendido como escravo. Finalmente, após muitos anos de separação, reuniu-se novamente com seu pai e irmãos. A Torah descreve como Iosef revelou sua identidade a seus irmãos: “Iosef não conseguiu se refrear… e ele chorou em alta voz” (Bereshit 45:1-2). Este fenômeno se repetiria em escala muito maior – com os filhos de Iosef juntamente com outras tribos. Iosef representa as Dez Tribos, pois a capital das Dez Tribos era Monte Efraim (Yirmiyáhu 31:5), e Efraim era filho de Iosef. Esta reunião será triste: “Com choro eles virão, e com misericórdia eu os levarei” (Yirmiyáhu 31:8). O profeta Yechezkel (37:19-22) fala sobre esta reunião: “Estou levando o bastão de Iosef, que está na mão de Efraim, e as tribos de Israel – seus amigos, e os colocarei no bastão de Yehudá, e
As Aparências Enganam Interessante como às vezes o ditado popular pode ser tão real, pois ele diz “nem tudo o que reluz é ouro“, ou seja, em outras palavras, nem tudo que parece ser é. A Bíblia nos relata um fato que comprova esse dito, e este está registrado no livro de I Samuel, no capítulo 16, quando o Eterno ordena a Samuel que vá à família de Jessé o belemita, “porque dentre os seus filhos me tenho provido de um rei” (v. 1b). Veja bem: o Eterno mesmo tinha providenciado para si um rei, o qual colocaria sobre a nação de Israel, pois fazendo isso D-us reverte o quadro que havia se instalado na nação quando o povo pede um rei: “Porém o povo não quis ouvir a voz de Samuel; e disseram: Não, mas haverá sobre nós um rei. E nós também seremos como todas as outras nações; e o nosso rei nos julgará, e sairá adiante de nós, e fará as nossas guerras” I Sm 8.19,20. Eles queriam ser semelhantes às outras nações, e quando fizeram isso rejeitaram o governo direto de D-us sobre eles, julgando que a monarquia teria um melhor efeito sobre a nação, pois no caso do rei eles poderiam vê-lo governando a nação e no caso de D-us este governo seria exercido de modo invisível, intangível, e quando precisassem reclamar de
As 24 transgressões Se o báal teshuvá estiver determinado, apesar de todas as dificuldades, a retornar a D’us, não há nada que impeça seu caminho, asseguram nossos sábios O grande Maimônides, Rabi Moshê ben Maimon, talmudista, codificador, filósofo e médico, que floresceu há 800 anos, escreveu uma seção especial sobre Teshuvá em sua importante obra, Mishnê Torah. No capítulo 4 desta seção, Maimônides enumera vinte e quatro tipos de transgressões que devem ser especialmente evitadas, pois é muito difícil arrepender-se delas. A dificuldade consiste no fato de que estas transgressões possam ser muito sérias, ou pelo contrário, muito leves aos olhos do transgressor, de forma a que ele sinta que o arrependimento não é possível no primeiro caso, ou necessário no segundo; ou novamente, são de natureza tal que corrigi-las é de fato quase impossível. Dos vinte e quatro tipos de transgressão, declara Maimônides, quatro tipos são tão graves que D’us nega Sua graça especial ao transgressor, embora em outros casos D’us ajude o que deseja se arrepender a cumprir suas boas intenções de retornar a D’us. Estes quatro tipos de transgressão são: Aquele que faz com que outras pessoas pequem, ou as impede de cumprir uma mitsvá. Aquele que usa sua influência para desviar alguém do caminho da Torah. Aquele que permite que seu próprio filho se desvie do caminho da Torah, falhando em dar-lhe a educação
Arraiá dos crente? AS FESTAS JUNINAS Origens Antes do Messias já havia festa de São João… com outro nome. Eram as fogueiras que saudavam a chegada do verão europeu. Até que, no século XIII, os portugueses passaram a comemorar também as noites de São Pedro e Santo Antônio. Quando o Vaticano instituiu, no século VI, o dia 24 de junho para a comemoração do nascimento daquele que batizou Messias, os povos europeus já celebravam, com grandes fogueiras, a chegada do sol e do calor. Os bárbaros já comemoravam o solstício do verão, no dia 22 ou 23 de junho – o momento em que o sol pára de afastar-se (solstício vem do latim e significa “sol estático”) e volta a incidir em cheio sobre o hemisfério norte. Os cultos pagãos eram rituais de abundância e fertilidade. Havia sacrifícios de animais e oferendas de cereais para afastar os demônios da esterilidade, das pestes agrícolas e da estiagem. O cristianismo, na verdade, apenas “converteu” uma tradição pagã em festa católica. Esta festa nada mais é do que uma reafirmação à idolatria, pois nela comemoram-se os “aniversários” dos chamados “santos”! Aqui temos novamente um artifício diabólico para enredar as pessoas, prendê-las e escravizá-las cada vez mais. Novamente a participação nas festas demonstra a concordância com tudo o que é feito ali e também reafirma o pacto existente entre a divindade que
Anochi Anochi: Inscrição da Alma A mais famosa declaração jamais feita em toda a história – Os Dez Mandamentos – começa com uma palavra incomum de quatro letras: Anochi. A palavra significa “Eu”, referindo-se a D’us – Eu o Eterno teu D’us te tirei do Egito…” Porém “ani” é o pronome hebraico comum para “Eu”. O Talmud explica (Shabat 105 a) que Anochi é um acrônimo para Ana Nafshi Ketovit. Numa tradução simples: Eu mesmo escrevi [essas palavras e] as dei [a você]. Porém sob uma inspeção mais cuidadosa e tradução real é muito mais intrigante: “Eu escrevi Minha própria Alma e a dei a você.” Ou mais poeticamente: “Minha alma está inscrita nessas palavras que Eu dei a você.” Como palavra inicial dos Dez Mandamentos, Anochi claramente deve encerrar um profundo significado, que dá o tom e capta a essência de todos os mandamentos e de toda a Torah. Na verdade, o Rebe Yossef Yitschak enfatiza que a Torah inteira está contida nos Dez Mandamentos; os Dez Mandamentos estão todos contidos nos primeiros dois mandamentos, que por sua vez estão contidos no primeiro mandamento, e o primeiro mandamento está refletido em microcosmo na primeira palavra, Anochi. E como toda a existência se origina e está incluída na Torah, que é o projeto com o qual o Arquiteto cósmico construiu o universo, podemos concluir que Anochi ilumina para
Apesar da conspiração Existem ocasiões nas quais D-us nos dá o privilégio de testemunharmos de seu amor e fidelidade através de nossa personalidade. Somos vistos por todos, principalmente por aqueles que estão em posições mais elevadas e que procuram pessoas idôneas para se acercarem delas. Assim aconteceu com Daniel, que foi tido por fiel e idôneo diante do rei Dario. Daniel havia sido investido de autoridade pelo rei e em contrapartida distingue-se de todos os outros, pois nele havia um espírito excelente: “Então o mesmo Daniel sobrepujou a estes presidentes e príncipes; porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino” Dn 6.3. Hoje sabemos que este fato deu-se porque Daniel estava sendo dirigido por D-us para fazer tornar-se realidade o desejo do coração de D-us em meio ao cativeiro que havia sido imposto aos israelitas por Dario. Porém nem tudo estava bem, pois nos bastidores da história corria uma trama infernal para derrubar Daniel; porém sua fidelidade e idoneidade eram tamanhas que seus oponentes confessaram: “Nunca acharemos ocasião contra este Daniel se não a procurarmos contra ele na lei de seu D-us” Dn 6.5. Todos sabiam que Daniel orava três vezes ao dia ao Senhor e este foi o meio encontrado por eles para tentarem derrubar a Daniel de sua posição. Seus adversários fazem uma lei que sabiam o rei haveria
ANTI-SEMITISMO CRISTÃO Na perspectiva da história dos últimos 2.000 anos, se pode afirmar com segurança que as organizações e os indivíduos cristãos que exprimiram solidariedade cristã com o povo judeu e que educaram a igreja sobre as raízes judaicas da fé cristã são uma raridade histórica. Deixe-me colocar em perspectiva: se um encontro para ensinar cristãos sobre os judeus, judaísmo, as raízes judaicas do cristianismo, ou para celebrar as Festas Bíblicas tivesse acontecido durante aproximadamente 1.800 anos dos quase 2.000 anos de história da igreja, a coisa mais leve que poderia ter acontecido aos cristãos seria a excomunhão, e em muitos casos a morte. E qualquer membro da comunidade judia participando do programa ou apenas ouvindo seria considerado judaizante e penalizado com morte certa pelas autoridades eclesiásticas. Um artigo deste tipo não seria autorizado, com certeza. Mesmo que a história seja algo complexo e que houveram períodos históricos de liberdade de religião, a observação acima pode ser considerada como uma generalização correta. Felizmente, hoje estamos livres para nos reunir e aprender um do outro. OS TRÊS PRIMEIROS SÉCULOS DESDE CRISTO No primeiro século D.C. a igreja estava bem ligada com suas raízes judaicas, e Ieshua não tinha nenhuma outra intenção. No final, Ieshua é judeu e a base de Seus ensinamentos é consistente com as Escrituras Hebraicas. Em Mates 5:17,18 ele diz: “Não penseis que vim revogar a
Aniversário Festa de Aniversário Muitas pessoas nos perguntam se no judaísmo se celebra o aniversário de uma pessoa. A resposta é: “sim”. Extraímos um artigo do site do Beit Chabad para que tenhamos uma ideia de como fazer para comemorar nosso aniversário. “Você espera o ano todo para ser lembrado naquela data especial; o dia de seu aniversário“. Então vê este dia passar e tudo ser normal, igual a todos os dias do ano. Mas não se deprima por isto. Há uma fórmula produtiva, dinâmica e diferente de comemorar o seu aniversário: da maneira judaica! O dia em que você nasceu pela data judaica é seu dia de sorte máxima e deve ser muito bem empregado. Não estou sugerindo que compre o bilhete da loteria, mas sim que nesta oportunidade você deve se dedicar a coisas realmente importantes. Lembre-se: o dia seguinte já não é mais seu aniversário e sua “estrela” já não possui o mesmo brilho de hoje. Um aniversário é um tempo de celebrar o nascimento em si, a alegria da vida. É também uma ocasião para repensar sua vida: “Qual a disparidade entre aquilo que realizei e o que posso realizar? Estou utilizando adequadamente meu tempo ou estou envolvido em coisas que me distraem da minha missão mais elevada? Como posso fortalecer o vínculo que conecta minha vida exterior e minha vida interior?” O Talmud
