Ani maamin – Eu creio!

Ani maamin – Eu creio!

Ani maamin – Eu creio! Esta frase “Ani maamin” que é traduzida por “Eu creio” está ligada intimamente a dois momentos da fé judaica: um deles é a vinda de Mashiach; o outro a proclamação do grande sábio Maimônides, que usa esta estrutura em seus treze princípios de fé. Vamos citar os treze princípios de fé de Maimôides e depois falaremos sobre a fé ligada ao Mashiach. Os Treze Princípios da Fé – segundo Maimônides “Ani Maamin” – Creio plenamente: Creio plenamente que D’us é o Criador e guia de todos os seres, ou seja, que só Ele fez, faz e fará tudo. Creio plenamente que o Criador é um e único; que não existe unidade de qualquer forma igual à d’Ele; e que somente Ele é nosso D’us, foi e será. Creio plenamente que o Criador é incorpóreo e que está isento de qualquer propriedade antropomórfica. Creio plenamente que o Criador foi o primeiro (nada existiu antes d’Ele) e que será o último (nada existirá depois d’Ele). Creio plenamente que o Criador é o único a quem é apropriado orar, e que é proibido dirigir preces a qualquer outra entidade. Creio plenamente que todas as palavras dos profetas são verdadeiras. Creio plenamente que a profecia de Moshê Rabeinu é verídica, e que ele foi o pai dos profetas, tanto dos que o precederam como dos que o

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Ahava – amor em hebraico

Ahava – amor em hebraico

Amor em hebraico Amor e a língua hebraica “Leva-me tu, correremos após ti. O rei me introduziu nas suas recâmaras: em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho: os retos te amam” (Ct 1:4). Este Shabat, em muitos países ao redor do mundo, as pessoas vão estar pensando sobre o significado do amor. A celebração do dia dos namorados originou-se como uma lembrança de um padre católico martirizado em Roma chamada Valentim que, conforme dizem, desafiou o édito do Imperador Claudius, que proibiu o casamento de casais jovens a fim de salvar os homens de serem usados no serviço militar. Valentim casou-se como um “jovem pombinho” e enfim foi decapitado em 14 de fevereiro do ano 269 AD. Como a maioria dos feriados, esta celebração se transformou em uma benção de marketing do sentimento produzido em massa vendido como cartões, ursos de pelúcia e chocolates. Mas o amor é muito mais do que algo que pode ser degustado como doces ou visto nos filmes ou ler em um romance. E não há melhor lugar para começar a procurar o significado do amor, do que nas escrituras hebraicas. “Amor à primeira vista” e outras histórias de amor na Bíblia Muitos de nós não sabemos se realmente existe algo chamado amor à primeira vista. Certamente há exemplos na Bíblia. Cinco exemplos

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Ame Israel agora!

Ame Israel agora!

Ame Israel agora !!! A volta dos judeus para Israel acelerada depois do colapso do comunismo no leste da Europa e Etiópia. Apesar disso ser um cumprimento de profecia: “E o que veio à vossa mente de modo algum sucederá, quando dizeis: Seremos como os gentios, como as outras famílias da terra, servindo ao madeiro e à pedra. Vivo eu, diz o IHVH Elohim, que com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada, hei de reinar sobre vós. E vos tirarei dentre os povos, e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados, com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada” Ez 20.32-34; e também “E veio a mim a palavra do IHVH, dizendo: Filho do homem, quando a casa de Israel habitava na sua terra, então a contaminaram com os seus caminhos e com as suas ações. Como a imundícia de uma mulher em sua separação, tal era o seu caminho perante o meu rosto. Derramei, pois, o meu furor sobre eles, por causa do sangue que derramaram sobre a terra, e dos seus ídolos, com que a contaminaram. E espalhei-os entre os gentios, e foram dispersos pelas terras; conforme os seus caminhos, e conforme os seus feitos, eu os julguei. E, chegando aos gentios para onde foram, profanaram o meu santo nome, porquanto se dizia deles: Estes são o povo

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Ahavat Israel

Ahavat Israel

Ahavat Israel Talvez nada seja tão prejudicial ao povo judeu quanto a ideia moderna de que o Judaísmo é uma religião. Se somos uma religião, então alguns judeus são mais judeus, outros menos judeus e muitos não são judeus de maneira alguma. É uma mentira. Somos todos um só. Se um judeu come carne de porco ou trabalha no Shabat, D’us não o permita, é como se todos nós estivéssemos transgredindo junto com ele. Quando o mesmo judeu estende a mão para dar uma esmola a um necessitado, para enrolar o tefilin no braço ou acender uma vela antes do Shabat – todos nós esticamos o braço juntos. Não somos uma religião. Somos uma alma. Uma única alma irradiando para muitos corpos, cada raio brilhando em sua missão única, cada corpo recebendo a luz segundo a sua capacidade, cada personificação desempenhando seu papel crucial. Juntos, compomos uma sinfonia sem partes redundantes, nenhum instrumento mais vital que o outro. E nosso caminho de volta àquela fonte original de luz é através de todos os raios que se estendem a partir dela. Um corpo sadio é aquele no qual todas as partes trabalham em harmonia. Um povo judeu saudável é uma grande família, onde cada indivíduo está preocupado pelo outro como se fosse ele mesmo. Quando um judeu enfrenta tempos difíceis o outro segura suas mãos. Quando alguém é bafejado

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Abrindo o Mar Vermelho

Abrindo o Mar Vermelho

Abrindo Mar Vermelho O Mar Vermelho abriu-se depois de uma situação extrema que os judeus viveram, pois eles haviam saído do Egito e o Faraó com seus seiscentos carros aparelhados veio para persegui-los. O que fazer numa situação destas? Moshe clama ao Eterno e Ele ordena aos filhos de Israel que marchem! Mas como isso pode ocorrer? Então é necessária uma atitude da parte de Moshe. Então novamente o Eterno ordena: “E tu, levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco” (Êx 14:16). A palavra aqui traduzida por “vara” é matteh e significa “vara, bordão, haste, tribo”. A vara é um símbolo da liderança e da autoridade conferida a alguém! A vara de Moshe seria um instrumento físico através do qual ele demonstraria sua autoridade e sua liderança novamente ao povo de Israel. Isto seria novamente uma forma de provar também a obediência de Moshe que, ao fazer o que o Eterno havia ordenado veria a realização de mais um grande milagre! Ao levantar sua vara (autoridade) em direção ao mar, Moshe estaria então colocando à prova a palavra do Eterno. Notemos que a vara foi dada a Moshe a fim de mostrar a autoridade que lhe havia sido conferida. Ela deveria ser usada em circunstâncias chave da vida

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Abençoar-te-ei…

Abençoar-te-ei…

Abençoar-te-ei… Abençoar… o que exatamente signi­fica isso? Quais são as dimensões de “abençoar” a alguém e as consequências de tal ato? Isto restringe-se apenas a esfera material – que significa acrescentar um bem a alguém – ou tem este ato implica­ções que para nós são desconhecidas à primeira vista? Isso pode ser feito através de uma oração que geralmente inicia-se com as palavras: “Baruch ata Adonai Elohenu…” ou pode ocorrer através de palavras que são liberadas por alguém em benefício de outrem. Necessitamos compreender melhor o que é e como funciona o ato de abençoar e suas consequências – bênçãos visíveis e invisí­veis – para que possamos então, receber­mos os benefícios advindos de tal ato di­vino. Para isso examinaremos e buscaremos nas Escrituras as respostas às nossas dúvidas sobre o assunto. Porém, não pretendemos somente adquirir conhecimento sobre este assunto, algo que seja “mágico” e que funcione quando mais necessitarmos, nos facilitando assim recebermos as bênçãos de D-us, mas que através deste conheci­mento possamos aprofundar nossas rela­ções com a Divindade, e como consequência desta intimidade com D-us, pos­samos então ser abençoados, e por exten­são, abençoarmos àqueles que estão à nossa volta em nome de Ieshua! A palavra “Abençoar” vem hebraico “BA­RAK”, que basicamente significa “dar poder a alguém para ser próspero, bem-sucedido e fecundo”; “dotar de um poder benéfico”. Sendo assim, o ato de “abençoar” originalmente significava uma

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A voz profética

A voz profética

A voz profética A voz profética se faz ouvir por toda a cidade… Ouve-se a voz profética de entre os povos – uma voz que clama, proclama, conclama – voz daqueles que veem e ouvem do Senhor as coisas que hão de acontecer. Ela é a voz que proclama aos quatro ventos aquilo que está no coração de D-us e que chega aos lábios do profeta. Esta é a voz da intrepidez, a voz daqueles que não temem nem mesmo o descaso dos poderosos que dizem: “Ele está louco!”, pois sabemos que esta reação é tida por normal, pois as vozes proféticas são ouvidas por poucos (infelizmente), e enquanto houverem profetas do Senhor esta voz não se calará! Hoje, já não se ouvem tantas vozes proféticas no mundo… Que pena! As vozes que ainda restam, por vezes são silenciadas por aqueles que não querem admitir seu caráter profético… Onde está a Igreja? Bem, a Igreja de hoje anda na contra-mão da História; ela já não faz a História, já não protagoniza e anuncia ao mundo a História de D-us e já não fala do D-us da História, mas caminha a reboque da contra-História. Houve uma invasão que parece não poder ser contida. O mundo penetrou, entrou, e realmente se alojou na Igreja. Quando falamos de “mundo” nos referimos aos sistemas mundanos, satânicos, perversos, que estão hoje fazendo parte

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A vingança é minha

A vingança é minha

A vingança é minha  “E aconteceu que, ao terceiro dia, quando estavam com a mais violenta dor, os dois filhos de Ia´aqov, Simeão e Levi, irmãos de Diná, tomaram cada um a sua espada, e entraram afoitamente na cidade, e mataram todos os homens” (Gn 34:25). Com todas as grandes histórias de heróis de fé que lemos através do círculo da Torah então ocasionalmente emerge uma grande intriga que levanta a questão; qual o seu propósito na história da Torah e que lições podemos tirar disto. Tal como a história escrita em Gn 34.1-31 conhecida como “o incidente de Diná”. Insere-se delicadamente entre a reconciliação de Esaú e Ia´aqov e seu retorno para Betel é um episódio que leva em conta as palavras do salmista: Sl 62.12: “…pois retribuirás a cada um segundo a sua obra”. Quando Ia´aqov chegou de sua viagem seguro à Siquém, ele armou sua tenda e comprou a terra, e levantou ali um altar ao D-us de Israel. Parecia ser um tempo de paz na vida de Ia´aqov e Diná, a filha de Ia´aqov com Léia, que saiu a ver as filhas da terra. Durante sua caminhada, ela é raptada e sequestrada por um príncipe hivita. Siquém, filho de Hemor “tomou-a, deitou-se com ela e a humilhou…” (v.2). Quando as notícias chegaram a Ia´aqov e seus filhos; “… ouvindo isso, e entristeceram-se os homens,

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O mês de Elul

O mês de Elul

O mês de Elul No mês de Elul nosso acesso ao Eterno é “facilitado” por sua proximidade e também pela abertura que Ele nos dá para estarmos juntos. Que possamos aproveitar que “O Rei está no campo” para então gozarmos de sua Presença e também para vivenciarmos os dias festivos que estão às portas! Segundo o Sêfer Yetzirah, cada mês do ano judaico tem uma letra do alfabeto hebraico, um signo do Zodíaco, uma das doze tribos de Israel, um sentido e um membro controlador do corpo que correspondem a ele. Elul é o sexto mês do calendário judaico. Em Elul nos preparamos para a chegada dos Grandes Dias festivos, tocando o shofar todas as manhãs, tendo nossas mezuzot e nossos tefilin examinados para ter certeza de que ainda estão adequados, tendo mais cuidado com a cashrut e recitando selichot especiais (preces penitenciais) à medida que se aproxima o final do mês. Por que fazemos tudo isso no mês de Elul? Não podemos esperar até mais próximo de Rosh Hashaná e Yom Kipur? De qualquer forma, a maioria de nós “trabalha” melhor sob pressão! Estas questões podem ser explicadas por uma bela parábola: Uma vez por ano, um rei muito poderoso deixa seu palácio, seus guardas, seu luxo e vai até o campo para encontrar seus súditos. No campo, as pessoas podem perguntar o que quiserem ao rei.

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A Torah é como…

A Torah é como…

A Torah é como… Torah é como… Os rabinos compararam a Torah para muitas coisas: Água, Vinho, Leite, Mel, Fogo e uma Árvore, entre outros. Leia-os para fazer a sua criatividade fluir. Água As palavras da Torah são comparadas à água, como está escrito, Oh! todos que têm sede, vêm para as águas, (i.é. a Torah) Assim como a água vai de uma extremidade da terra para a outra, então a Torah irá de uma extremidade da terra à outra; Assim como a água é uma fonte de vida, assim é Torah uma fonte de vida; Assim como a água é livre para todos, assim é a Torah uma mercadoria livre; Assim como a água vem dos céus, assim também é a origem da Torah nos céus; Assim como a água faz muitos sons, assim é a Torah ouvida em muitas vozes; Assim como a água sacia a sede, assim Torah satisfaz a alma; Assim como a água purifica o corpo de impurezas, assim Torah purifica a alma; Assim como a água se origina em gotas minúsculas e acumula-se em rios e córregos, poderosos, assim a Torah é adquirida palavra por palavra hoje, versículo por versículo amanhã; Assim como a água desce de uma altitude elevada, assim a Torah sai de indivíduos arrogantes e permanecem em indivíduos que são humildes e modestos; Assim como a água não é

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