A destruição do Segundo Templo

A destruição do Segundo Templo

A destruição do Segundo Templo De acordo com o livro do Rabino Joseph Telushkin “Jewish Literacy“, no capítulo 67, Roma não invadiu Israel à força. Eles foram convidados a vir à Israel para dar assistência ao rei Hircano II em 63 a C. para ajudá-lo a manter o trono contra seu irmão Aristóbulo, que convocou alguns de seus seguidores para uma insurreição. Isto gerou uma guerra civil que trouxe grande preocupação a Hircano. Roma tinha acabado de anexar a Síria, então Hircano pode ajuda a Roma. Eles ficaram felizes em responder ao pedido, e isto torna Hircano pouco mais do que um fantoche. O resultado dessa ação fizera Roma ser capaz de colocar no poder quem quer que eles quisessem, tanto para reinar quanto para o sumo sacerdócio. Herodes, o Grande sucedeu Hircano em 37 a C. Ele foi colocado no poder por César e foi duas vezes expulso de Israel por não ajudar o povo. Herodes e César substituíram o sacerdote por alguém de sua escolha e que expressa a inimizade com Ieshua, que foi manifesta quando Ele disse: “Minha casa será chamada de casa de oração, mas vós a transformastes num covil de ladrões“, e também porque o sumo sacerdote estava tão ansioso para vê-lo ser executado. No ano de 66 os judeus revoltaram-se contra Roma e venceram uma batalha decisiva contra o grande exército romano.

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Shabat e a Ceia do Senhor

Shabat e a Ceia do Senhor

Shabat e a Ceia do Senhor Na última ceia de Ieshua com os seus discípulos, houve um momento em que o Mestre se revela a eles, falando-lhes sobre o fato de Êle ter de padecer na estaca de execução e por isso declara-lhes o Seu desejo para aquele momento: Êle lhes diz: “Desejei muito comer esta páscoa convosco, antes que padeça” (Lc 22.15). Ieshua na realidade estava dizendo aos discípulos que Êle ansiava por um momento de comunhão com os seus antes da sua morte, desejava partilhar de seu afeto, de seu amor, de sua companhia, pois logo após este momento Êle seria entregue na mão dos seus executores. Este é o lado bem “humano” de Ieshua… “Chegou, porém, o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa. E mandou a Kefa e a Iochanan, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos. E eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos? E ele lhes disse: Eis que, quando entrardes na cidade, encontrareis um homem, levando um cântaro de água; segui-o até à casa em que ele entrar. E direis ao pai de família da casa: O Mestre te diz: Onde está o aposento em que hei de comer a páscoa com os meus discípulos? Então ele vos mostrará um grande cenáculo mobilado; aí fazei preparativos. E, indo eles, acharam como lhes havia sido dito; e

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Cem anos de sionismo

Cem anos de sionismo

100 Anos de Sionismo 1948 David Ben Gurion proclama em 14 de Maio a criação do Estado de Israel. Israel é imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos e pela URSS, seguidos por outros países. Começa em 15 de Maio a Guerra da Independência, quando os exércitos do Egito, Síria, Líbano e um contingente do Iraque invadem o novo Estado; Jerusalém é sitiada e uma nova estrada, apelidade de Estrada de Burma, é construída para contornar a estrada original; a Jordânia captura colônia judaicas em Gush Etzion, ao norte do Mar Morto, bem como o bairro Judeu da cidade velha de Jerusalém; em 15 meses de luta intermitente, todos os invasores são expulsos. Funda-se o Exército de Defesa de Israel, incorporando todas as organizações de defesa anteriores ao Estado. Um primeiro censo demográfico encontra uma população de 872.700 habitantes: 716.00 Judeus e 156.000 não-Judeus. A lira israelense substitui a libra inglesa como moeda oficial, com valor idêntico. Começa a imigração em massa da Europa pós guerra e dos países árabes. Nos anos 1948-52, a imigração levaria 687.000 pessoas a Israel, dobrando a população judaica ali radicada. Conde Bernadotte, o mediador nomeado pelas Nações Unidas, é assassinado em Jerusalém. Altalena, um navio da organização secreta de defesa Etzel, é afundado nas costas de Tel Aviv, pelo Exército de Defesa de Israel 1949 Eleições para o Primeiro Knesset (Parlamento); David Ben Gurion

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A caminho da redenção

A caminho da redenção

A caminho da redenção JERUSALÉM – Em um sufocante porão de uma rua estreita da Cidade Velha em Jerusalém, alfaiates usando textos antigos como modelo começaram a fazer uma curiosa linha de roupas que, eles esperam, serão usadas pelos religiosos no Templo Judeu reconstruído – o centro espiritual do judaísmo, destruído pela legiões romanas há dois milênios. O projeto, desenvolvido por um grupo de Jerusalém chamado o Instituto do Templo, é parte de uma ideologia que executa preparações práticas para a reconstrução do antigo Templo em uma área disputada, sagrada tanto para judeus como para muçulmanos. Judeus chamam o local de Monte do Templo e o veneram como seu local mais sagrado. O templo em si foi destruído e, nos últimos 1.300, anos abrigou o terceiro local mais sagrado para os muçulmanos, o Santuário Nobre, incluindo o domo dourado e a Mesquita Al-Aqsa. Esses interesses em choque ficam no centro do conflito entre Israel e Palestina, e tentativas anteriores de superar a situação culminaram com grande violência. O Instituto do Templo fez ornamentos religiosos, no passado, para exposição no pequeno museu que administra, mas aqueles foram costurados à mão e custaram cerca de US$ 10 mil cada. O instituto recentemente recebeu autorização de rabinos para começar a usar máquinas de costura pela primeira vez, baixando o custo e permitindo que produzam dúzias ou centenas de vestimentas, dependendo do número de

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O mês de Av

O mês de Av

O mês de Av Cada mês no calendário judaico carrega um “mazal” diferenciado e este pode influenciar nossa conduta e também cooperar para que possamos discernir aquilo que já está disponível no reino do espírito. Vejamos o que nos reserva o mês de Av: Segundo o Sêfer Yetzirá, cada mês do ano judaico tem uma letra do alfabeto hebraico, um signo do Zodíaco, uma das doze tribos de Israel, um sentido e um membro controlador do corpo que correspondem a ele. O mês hebraico de Av (ou Menachem-Av, o consolador de Av), é o quinto dos doze meses do calendário judaico. O nome Av literalmente significa “pai“. É derivado do radical que significa “querer” ou “desejar“. É o mês do “ponto baixo” do calendário judaico (o 9 de Av, o dia do pecado dos espiões e a destruição tanto do primeiro quanto do segundo Templos em Jerusalém) bem como o mês do “ponto alto” do calendário judaico (o 15 de Av – “não existe dia mais feliz para Israel que o 15 de Av e Iom Ha Kippurim” (Mishná Ta’anit 26) – o dia de encontrar a alma gêmea predestinada). Isso está de acordo com o ensinamento de Nossos Sábios de que “Mashiach nasce a 9 de Av”. Relativamente a todas as outras almas de Israel, a alma de Mashiach, que vem para redimir Israel de seu estado

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Quinquagésimo dia

Quinquagésimo dia

50° dia Quinquagésimo dia O que há de especial neste dia? Ou melhor, o que há de especial neste “número” (Cinquenta) para que as Escrituras o tratem de uma forma tão especial? Vejamos a seguir quais são as relações contidas nesta combinação de fatos que levam este dia – o quinquagésimo a ser tão especial. O número 50 na tradição judaica está ligado à grande Sabedoria Divina e aos portões do entendimento que se abrem para aqueles que a buscam. Um outro detalhe é que este número está ligado a letra “nun” que significa “peixe”. O primeiro fato que ocorreu após cinquenta dias foi Shavuot, conhecida também como a “Dádiva da Torah”, ou seja, o Eterno deu aos seus filhos os Dez Mandamentos. E é aqui que podemos dizer que literalmente se manifesta a sabedoria do Eterno, pois quando Ele dá ao povo de Israel a Torah está também dando a eles parte desta sabedoria que neste exato momento é trazida dos céus para a terra em forma de palavras. O Eterno dá a Israel neste instante “dez mandamentos” e este número – 10 – está ligado a “Keter” – Coroa. Então um dos propósitos do Eterno era dar aos seus filhos uma coroa de sabedoria e conhecimento, o que os levaria a alcançarem também a coroa da vitória – tanto espiritual quanto material. Isso aconteceu no deserto,

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14 Fatos que todos deveriam saber sobre Israel

14 Fatos que todos deveriam saber sobre Israel

14 FATOS QUE TODOS DEVERIAM SABER SOBRE ISRAEL Dois povos reivindicam o mesmo pedaço de terra do Oriente Médio, mas que terra é essa? Quem possui o título de propriedade? Israel ou os palestinos? Ambos os povos? Quem tem o direito de decidir a quem pertence a terra? Israel? As nações árabes? Os Estados Unidos? As Nações Unidas? Como podemos decidir fazer? Pela ocupação? Pela guerra? Com as alegações da história? Quando a palavra do Eterno fala com autoridade sobre qualquer assunto, ela é a palavra final. D-us tem muito a dizer sobre a terra e o povo de Israel na sua revelação sobrenatural, a Bíblia. UM POVO ESCOLHIDO PARA TESTEMUNHAR O criador de todas as coisas, escolheu a nação de Israel para ser um povo único que seriam testemunhas da sua realidade. “Porque povo santo és ao IHVH teu Elohim: o IHVH teu Elohim te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que sobre a terra há” (Dt 7:6). Nós fomos escolhidos para sermos testemunhas da realidade do Eterno a um mundo que tinha caído e se afastado do Eterno. “Vós sois as minhas testemunhas diz o IHVH, e o meu servo, a quem escolhi; para que o saibas, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim D-us nenhum se formou, e depois de

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Quatro cidades sagradas

Quatro cidades sagradas

Quatro cidades sagradas As quatro cidades Sagradas Se Israel é a “Terra Santa”, existem algumas cidades em Israel que tem sido consideradas o “Santo dos Santos”. Estas são cidades com especial significado histórico e espiritual para o povo judeu. E, embora existam várias outras cidades que podem reivindicar que deveria estar na lista de muito sagradas, estas quatro são aqueles que têm suportado e mantido seu status especial ao longo dos séculos. A lista inclui Tzefat, Jerusalém, Hebron e Tiberias. Hebron, uma cidade verdadeiramente antiga, é mencionada várias vezes na Bíblia. Os primórdios do povo de Israel estão nesta cidade. Avraham e Sarah, estabeleceram-se em Hebron, depois de viver em Siquém (Nablus). Foi lá que Sarah morreu e Abraham comprou um lugar do enterro para ela, a caverna de Machpelah. “E Sarah morreu em Kiriat Arba – que é Hebron – na terra de Canaã; e Avraham veio para chorar a Sarah e a chorar por ela” (Gn 2:24)… “E Avraham ouviu a Ephron; e Avraham pesou a Ephron a prata, o que ele tinha falado na conversa dos filhos de Hete, quatrocentos siclos de prata, dinheiro atual com o comerciante… E depois disto, Abraham enterra Sarah sua esposa na caverna do campo de Machpelah antes de Manre, o mesmo é Hebron – na terra de Canaã” (Gn 24:16,19). Foi neste lugar do enterro em Hebron que todos

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À Meia noite….

À Meia noite….

À Meia noite…. O que acontece à meia-noite que torna este horário do dia tão especial? Isso ocorre especialmente às sextas-feiras, pois parece ser o dia ideal para que os demônios e as trevas se manifestem ainda com mais força! Existem alguns textos bíblicos que podem nos dizer algo sobre este termo – meia-noite – e quem sabe, nos ajudar a elucidar o fato. Primeiro vamos começar com a etimologia da Palavra: Meia – esta palavra é proveniente do termo hebraico hatsâ que significa “dividir, viver metade” (da vida). Em sua raiz temos mais alguns termos, mas aquele que mais nos chamou a atenção foi Hetsi que significa “flecha”. Os demais termos acompanham o significado já dado. A raiz comum destes termos indica que a “flecha” também é usada com a finalidade de “dividir” e neste caso ela faz uma divisão entre a vida e a morte, pois somente é usada contra um inimigo! Noite – esta palavra é proveniente do termo hebraico “laila” significando “noite”. Porém com esta palavra ocorre algo interessante, pois nas suas raízes temos leta´â que significa “um tipo de lagarto” e também temos o termo lilit – Lilite, que é um conhecido demônio noturno que habita em lugares devastados; na literatura rabínica ela é descrita como uma criatura com asas e cabelos longos e esvoaçantes. Sem dúvida ela personifica a noite e pôr-do-sol.

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