Inversão de valores

Inversão de valores

Inversão de valores É verdade que o inimigo de nossas almas tem causado muitos problemas em toda a humanidade realizando uma “inversão de valores”. Mas como isso pode ocorrer? Vejamos um exemplo que nos dá as Escrituras de um homem que não conhecia ao Eterno e que consegue receber do Eterno aquilo que necessitava sendo abençoado e também veremos um outro homem que, conhecendo ao Eterno consegue ser amaldiçoado por sua postura de desobediência. “E Naamã, capitão do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito; porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; e era este homem herói valoroso, porém leproso. E saíram tropas da Síria, da terra de Israel, e levaram presa uma menina que ficou ao serviço da mulher de Naamã. E disse esta à sua senhora: Antes o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra. Então foi Naamã e notificou ao seu senhor, dizendo: Assim e assim falou a menina que é da terra de Israel. Então disse o rei da Síria: Vai, anda, e enviarei uma carta ao rei de Israel. E foi, e tomou na sua mão dez talentos de prata, seis mil siclos de ouro e dez mudas de roupas. E levou a carta ao rei de Israel, dizendo: Logo, em chegando

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A origem dos sobrenomes

A origem dos sobrenomes

Origem dos sobrenomes Cohen, Levy, Katz & CIA: A origem dos sobrenomes Dr. Harvey Minkoff. Adaptado de Di Yiddishe Heim É de conhecimento geral que sobrenomes como Cohen, Levy e Katz são praticamente exclusivos dos judeus e que Gross, Schneider, Schwartz e Weiss comumente também indicam famílias judias. Os sobrenomes do povo judeu originaram uma importante fonte de conhecimento sobre história e cultura judaicas. De acordo com o segundo capítulo de Bereshit, no início dos tempos, todas as coisas vivas foram trazidas a Adam para que ele as nomeasse. A vida era obviamente mais simples quando havia apenas dois de cada espécie. De fato, mesmo o nome de Adam é uma das palavras hebraicas para homem; e a Bíblia regularmente se refere a sua esposa como haishá – “a mulher.” À medida que as pessoas se multiplicavam, contudo, e se tornou necessário distinguir uma da outra, surgiram nomes próprios. E quando estes não mais eram suficientes, várias formas de nomear foram adicionadas, mostrando ascendência, profissão, origem ou alguma outra característica que diferenciasse os diversos Yossefs, Aharons ou Miriams que viviam numa única comunidade. Desta forma, na Bíblia, encontramos parentesco para ambos, judeus (Yehoshua ben [filho de] Nun, e não-judeus (Balak ben Tsipor, Bil’am ben Beor), bem como nomes que incorporavam uma série de antepassados – Côrach ben Yits’har ben Kehat ben Levi. Durante o período talmúdico encontramos Yochanan,

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Ieshua e o Talmud

Ieshua e o Talmud

Ieshua e o Talmud Autoridade do Talmud. O Tamud é um referencial máximo de fé no judaísmo rabínico. A tal ponto que alguns judeus quando dizem que vão estudar a Torah, fazem referência ao estudo do Talmud. As escolas de rabinos (Ieshivá) dedicam- se em ensinar acima de tudo o Talmud. Porém, nós messiânicos temos uma visão um tanto distinta que o judaísmo rabínico. Regra de fé e prática para o judeu-messiânico é o Tanach (Antigo Testamento) e os livros do chamado “Novo Testamento” (Brit Hadasha). Nos fundamentamos nestes escritos, porém temos que concordar que parte da tradição talmúdica é necessária para o judeu, para que ele viva sua identidade de forma a se identificar com toda a comunidade judaica. Neste ponto, podemos afirmar que o Talmud tem certa autoridade histórica, étnica, cultural, intelectual, porém não tem autoridade canônica, como um livro de regra de fé e prática, diretamente inspirado por D’us como o Tanach e a Brit Hadasha. Sem contar, que alguns trechos da tradição rabínica, principalmente após o II século, possuem algum conteúdo anti- Ieshua, o que dificulta o crédito deste material para a fé messiânica. Não negamos que exista alguma sabedoria nestes escritos e que o próprio Ieshua reconheceu o valor deles quando disse, ainda no período em que a Mishná era ainda oral: “Na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus.

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Hebraísmos em português

Hebraísmos em português

Hebraísmos em português Presença Judaica na língua portuguesa – Expressões e dizeres populares em português de origem cristã-nova ou marrana O objetivo do presente trabalho é apresentar alguns exemplos de influência judaica na língua portuguesa, a partir de uma ampla pesquisa sócio-lingüística que venho desenvolvendo há anos. A opção por judaica (e não hebraica) deve-se a uma perspectiva filológica e histórica mais abrangente, englobando dialetos e idiomas judaicos, como o ladino (judeu-espanhol) e o iídiche (alemão), entre os mais conhecidos, além de vocábulos judaicos e expressões hebraicas que passaram a integrar o vernáculo a partir de subterfúgios e/ ou corruptelas, cuja origem remonta à bagagem cultural de colonizadores judeus, cristãos-novos e marranos. Há uma significativa probabilidade estatística de brasileiros descendentes de ibéricos, principalmente portugueses, terem alguma ancestralidade judaica. A base histórica para tal é a imigração maciça de judeus expulsos da Espanha, em 1492, para Portugal, devido à contiguidade geográfica e às promessas (não cumpridas) do Rei D. Manuel I, que traziam esperança de sua sobrevivência judaica como tal. Mesmo com a expulsão de Portugal em 1497, os judeus (além dos cristãos-novos e dos cripto-judeus ou marranos) chegaram a constituir 20 a 25% da população local. Sefaradim (de Sefarad, Espanha, da Península Ibérica) procuraram refúgio em países próximos no Mediterrâneo, norte da África, Holanda e nas recém-descobertas terras de além-mar nas Américas, procurando escapar da Inquisição. Até hoje

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Ditos rabínicos

Ditos rabínicos

Ditos rabínicos Ditos rabínicos sobre o Mashiach! Ouça ó Israel: HaShem nosso D’us, HaShem é um. INTERPRETAÇÃO DO ZOHAR DE [DEUTERÔNOMIO. 6:4]: “Porque é que existe uma necessidade de mencionar o nome de D’us três vezes neste versículo? O Primeiro HaShem é o Pai acima de todos. A segunda vez é mencionada a raiz de Jessé, Que é o Mashiach que virá da família de Jessé através de David. E Um deles é o terceiro, que se encontra abaixo [significando o Espírito Santo a quem nos mostra o caminho] e Estes Três são um.” [Is.9: 6; Rabino Aben Ezra :]… “Existem alguns intérpretes que dizem que o ‘Maravilhoso’, o ‘Pai da Eternidade’ são só nomes para D’us ‘O Príncipe da Paz’ é o nome da criança. Mas, segundo na minha opinião, a interpretação correta (quando se diz): todos os nomes são os da criança que nascerá.” [Midrash Echa (1:51 ):]… “Qual é o Nome do Rei Mashiach? Para este Respondeu Rabbi Abba bar Kahana: HaShemis é Seu Nome, pois está escrito: ‘Este é o nome pelo que Ele será chamado: HaShemZidkenu’.” [Rabino T. Nassi em Rosh HaShannah] … “Soando três vezes o shofar (chifre de carneiro) no Rosh Hashaná, é um símbolo das três naturezas de D’us.” Enquanto o shofar está sendo tocado na Sinagoga no dia de Rosh HaShannah, a seguinte e notável oração é oferecida: Oh

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Sem expectativas

Sem expectativas

SEM EXPECTATIVAS… No primeiro capítulo de Lucas há uma passagem que nos fala de um homem que não tinha expectativas e que foi surpreendido por ter um inesperado encontro: “Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; e o seu nome era Isabel. E eram ambos justos perante Elohim, andando sem repreensão em todos os mandamentos e preceitos do IHVH. E não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e ambos eram avançados em idade. E aconteceu que, exercendo ele o sacerdócio diante de Elohim, na ordem da sua turma, segundo o costume sacerdotal, coube-lhe em sorte entrar no templo do IHVH para oferecer o incenso. E toda a multidão do povo estava fora, orando, à hora do incenso. E um anjo do IHVH lhe apareceu, posto em pé, à direita do altar do incenso. E Zacarias, vendo-o, turbou-se, e caiu temor sobre ele. Mas o anjo lhe disse: Zacarias, não temas, porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Iochanan. E terás prazer e alegria, e muitos se alegrarão no seu nascimento, porque será grande diante do Senhor, e não beberá vinho, nem bebida forte, e será cheio do Espírito o Santo, já desde o ventre de sua mãe.

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Dia das bruxas

Dia das bruxas

DIA DAS BRUXAS DIA DAS BRUXAS – NADA ALI É DE “BRINCADEIRA” Entre todos os feriados celebrados neste país (EUA) e muitos outros – hoje, poucos têm histórias tão estranhas quanto o “Dia das Bruxas”. Isto é, de alguma forma (e isto é assim em outras religiões) consideram a véspera do “Dia das Bruxas” como o “Dia de Todos os Santos”. Mas como nós sabemos, o Cristianismo foi pervertido no terceiro século e transformou-se em uma nova religião que se comprometeria com Satanás a fim de atrair os pagãos, assimilando assim os seus festivais. O “Dia das Bruxas” na verdade comemora ritos malignos e faz com que os seguidores deste deus sempre estejam em guerra! É uma mistura de costumes pagãos, tradições religiosas e superstições. As celebrações do Dia das Bruxas aconteciam entre os Celtas que viveram mais de dois mil anos atrás onde hoje é a Inglaterra, Irlanda, Escócia, Gales e o norte da França. A ordem Céltica de sacerdotes, os Druidas, honravam a Samhain, que era conhecido como “o senhor dos mortos”, na noite de 31 de outubro e 1° de novembro. De acordo com uma antiga lenda Celta, Samhain poderia controlar os espíritos dos mortos. No dia 31 de outubro ele ajuntou as almas de todos esses que morreram durante todo o ano. Para pagar pelos seus pecados, estas almas foram postas em corpos de

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Parasha Noach

Parasha Noach

Noah (Noach) Gn 6.9–11.32 [Is 54.1 – 55.5] Hb 11.6,7; II Pe 3.10-13         Nesta Porção da Torah desta semana falaremos sobre Noach, um homem justo e temente à D-us cujo padrão de vida permitiu que a humanidade fosse salva da morte e da completa extinção. Sua vida e conduta permitiram que o Eterno o escolhesse para que, através de uma arca, ele e sua família fossem preservados a fim de darem continuidade à raça humana. Logo no princípio desta narrativa aprendemos algo muito importante: “Estas são as gerações de Noach. Era ele homem justo e perfeito em suas gerações, e andava com Elohim” (Gn 6:9). A Escritura doravante nos contará a história de um homem chamado Noach, Noah que em hebraico significa “descansar, estabelecer”. Entendemos que este é um momento crucial na história da humanidade e agora o Eterno escolhe um homem para estabelecer um novo tempo através de sua vida! O estabelecimento de qualquer coisa depende de ações concretas e sempre leva algum tempo. Para isso então o Eterno chama este homem: para que num tempo determinado Ele volte a estabelecer na terra a justiça e a comunhão do homem com D-us. Noach já possuía um padrão de santidade, pois nós lemos a seu respeito de ele andava com D-us! Noach já tinha um conhecimento de D-us que se manifestava em sua comunhão com Ele, e

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Falsificadores das Escrituras

Falsificadores das Escrituras

Falsificadores das Escrituras É notável como temos tido opositores dentro daquilo que deveria ser o “Corpo do Messias”. Vou falar sobre um “senhor” que aparentemente é “teólogo” e grande conhecedor das Escrituras, mas que viola princípios básicos da mesma. Certamente não publicarei seu nome, até por uma questão ética, por que se ele atacou o povo eleito do Eterno sem nenhuma reserva, eu não agirei da mesma forma; vou obedecer à Palavra do Eterno, mas oro para que este homem e outros como ele possam alcançar entendimento acerca das coisas do Eterno. Primeiramente vou trabalhar a acusação feita por ele contra nós, judeus messiânicos: “Os judeus-messiânicos deturpam a palavra de deus para sua própria condenação”. Gostaria de informar aos nossos leitores que temos trabalhado já há mais de vinte anos com restauração, e se você se der ao trabalho de buscar no dicionário o significado desta palavra ela está ligada ao retorno à originalidade de algo que perdeu seu significado. Este senhor certamente não conhece a história do cristianismo que ele diz seguir, pois vejamos então alguns fatos históricos: Os manuscritos gregos da Alexandria/minoritários, Textos Críticos TC, são, em geral, mais curtos do que os manuscritos Bizantinos/majoritários, Texto Recebido TR. Deus nos adverte através do apóstolo João: “Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa,

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