Apesar da conspiração

Apesar da conspiração

Apesar da conspiração Existem ocasiões nas quais D-us nos dá o privilégio de testemunharmos de seu amor e fidelidade através de nossa personalidade. Somos vistos por todos, principalmente por aqueles que estão em posições mais elevadas e que procuram pessoas idôneas para se acercarem delas. Assim aconteceu com Daniel, que foi tido por fiel e idôneo diante do rei Dario. Daniel havia sido investido de autoridade pelo rei e em contrapartida distingue-se de todos os outros, pois nele havia um espírito excelente: “Então o mesmo Daniel sobrepujou a estes presidentes e príncipes; porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino” Dn 6.3. Hoje sabemos que este fato deu-se porque Daniel estava sendo dirigido por D-us para fazer tornar-se realidade o desejo do coração de D-us em meio ao cativeiro que havia sido imposto aos israelitas por Dario. Porém nem tudo estava bem, pois nos bastidores da história corria uma trama infernal para derrubar Daniel; porém sua fidelidade e idoneidade eram tamanhas que seus oponentes confessaram: “Nunca acharemos ocasião contra este Daniel se não a procurarmos contra ele na lei de seu D-us” Dn 6.5. Todos sabiam que Daniel orava três vezes ao dia ao Senhor e este foi o meio encontrado por eles para tentarem derrubar a Daniel de sua posição. Seus adversários fazem uma lei que sabiam o rei haveria

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Anti-semitismo cristão

Anti-semitismo cristão

ANTI-SEMITISMO CRISTÃO Na perspectiva da história dos últimos 2.000 anos, se pode afirmar com segurança que as organizações e os indivíduos cristãos que exprimiram solidariedade cristã com o povo judeu e que educaram a igreja sobre as raízes judaicas da fé cristã são uma raridade histórica. Deixe-me colocar em perspectiva: se um encontro para ensinar cristãos sobre os judeus, judaísmo, as raízes judaicas do cristianismo, ou para celebrar as Festas Bíblicas tivesse acontecido durante aproximadamente 1.800 anos dos quase 2.000 anos de história da igreja, a coisa mais leve que poderia ter acontecido aos cristãos seria a excomunhão, e em muitos casos a morte. E qualquer membro da comunidade judia participando do programa ou apenas ouvindo seria considerado judaizante e penalizado com morte certa pelas autoridades eclesiásticas. Um artigo deste tipo não seria autorizado, com certeza. Mesmo que a história seja algo complexo e que houveram períodos históricos de liberdade de religião, a observação acima pode ser considerada como uma generalização correta. Felizmente, hoje estamos livres para nos reunir e aprender um do outro. OS TRÊS PRIMEIROS SÉCULOS DESDE CRISTO No primeiro século D.C. a igreja estava bem ligada com suas raízes judaicas, e Ieshua não tinha nenhuma outra intenção. No final, Ieshua é judeu e a base de Seus ensinamentos é consistente com as Escrituras Hebraicas. Em Mates 5:17,18 ele diz: “Não penseis que vim revogar a

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Contos chassídicos de Rosh Hashana

Contos chassídicos de Rosh Hashana

Contos chassídicos de Rosh Hashana Onde você esteve até agora? Rabi Aharon de Karlin foi certa vez o chazan, cantor, para Shacharit (Prece da Manhã) em Rosh Hashaná. Entretanto, assim que recitou a primeira palavra, “Hamelech” (o Rei), explodiu em lágrimas amargas e foi incapaz de continuar. Mais tarde, os chassidim lhe perguntaram: “Rebe, o que o fez cair em pranto daquele modo?” Explicou ele: “Assim que disse a palavra Hamelech, lembrei-me de uma história na Guemará. Quando Rabi Yochanan ben Zacai visitou Vespasiano, saudou-o com as palavras: ‘A paz esteja contigo, ó rei, a paz esteja contigo, ó rei.’ “Quando Vespasiano, que ainda não fora informado deste compromisso pelo Senado Romano, ouviu estas palavras, replicou: ‘Você merece a morte por uma de duas razões: Se eu não for o rei, como ousa falar-me daquela maneira? E se eu for o rei, por que não veio ver-me até agora?’ “Por isso,” disse Rabi Aharon, “quando me referi a D’us como Hamelech, fiquei cheio de remorso. Como D’us é o Rei, por que não o procurei arrependido até agora?” As melhores intenções Rabi Levi Yitschac de Barditshev estava procurando alguém para tocar o shofar em Rosh Hashaná. Muitos rivalizavam pela honra de tocar o shofar para ele, que entrevistou vários candidatos. Chamou cada um e perguntou: “Sobre o quê pensa quando toca o shofar?” Cada um deles falou sobre

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Shabat

Shabat

Shabat Em cidades e vilas em todo o Israel, a vida parece vir a um impasse nas noites de sexta-feira. Como o frio varrendo a noite de sábado começa e uma calma anuncia o sétimo dia — um dia de descanso. Antes do pôr do sol em Tiberíades, Israel, os alto-falantes Chabad (uma seita ortodoxa do Judaísmo) pode ser ouvido por toda a cidade, tocando músicas do Shabath para cumprimentar a noiva do Shabath (o povo judeu tradicionalmente se considera o noivo do Shabat), congratulando-se isto mais sacrossantos dias. “Em Tiberíades os homens vão à sinagoga, quando o sol se põe na noite de sexta-feira e a sirene de Shabat explode durante muito tempo anunciando que o sábado foi iniciado”, Barry Silverman disse, acrescentando que muitos crentes messiânicos ouvem a sirene, também. “Como crentes judeus messiânicos, após a refeição da noite de Shabat, atendemos o culto de Shabat na noite de sexta-feira e no sábado de manhã”. Mantendo-o Santo “Lembre-se o dia de sábado, mantendo-se Santo. Seis dias você e farás tudo o que seu trabalho [melakah], mas o sétimo dia é um sábado ao IHVH seu Elohim. Nele você não deve fazer qualquer trabalho [melakah]… Porque em seis dias fez o IHVH os céus e a terra, o mar e tudo o que está neles, mas descansou no sétimo dia. Portanto, o IHVH abençoou o dia de

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Aniversário

Aniversário

Aniversário Festa de Aniversário Muitas pessoas nos perguntam se no judaísmo se celebra o aniversário de uma pessoa. A resposta é: “sim”. Extraímos um artigo do site do Beit Chabad para que tenhamos uma ideia de como fazer para comemorar nosso aniversário. “Você espera o ano todo para ser lembrado naquela data especial; o dia de seu aniversário“. Então vê este dia passar e tudo ser normal, igual a todos os dias do ano. Mas não se deprima por isto. Há uma fórmula produtiva, dinâmica e diferente de comemorar o seu aniversário: da maneira judaica! O dia em que você nasceu pela data judaica é seu dia de sorte máxima e deve ser muito bem empregado. Não estou sugerindo que compre o bilhete da loteria, mas sim que nesta oportunidade você deve se dedicar a coisas realmente importantes. Lembre-se: o dia seguinte já não é mais seu aniversário e sua “estrela” já não possui o mesmo brilho de hoje. Um aniversário é um tempo de celebrar o nascimento em si, a alegria da vida. É também uma ocasião para repensar sua vida: “Qual a disparidade entre aquilo que realizei e o que posso realizar? Estou utilizando adequadamente meu tempo ou estou envolvido em coisas que me distraem da minha missão mais elevada? Como posso fortalecer o vínculo que conecta minha vida exterior e minha vida interior?” O Talmud

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Ani maamin – Eu creio!

Ani maamin – Eu creio!

Ani maamin – Eu creio! Esta frase “Ani maamin” que é traduzida por “Eu creio” está ligada intimamente a dois momentos da fé judaica: um deles é a vinda de Mashiach; o outro a proclamação do grande sábio Maimônides, que usa esta estrutura em seus treze princípios de fé. Vamos citar os treze princípios de fé de Maimôides e depois falaremos sobre a fé ligada ao Mashiach. Os Treze Princípios da Fé – segundo Maimônides “Ani Maamin” – Creio plenamente: Creio plenamente que D’us é o Criador e guia de todos os seres, ou seja, que só Ele fez, faz e fará tudo. Creio plenamente que o Criador é um e único; que não existe unidade de qualquer forma igual à d’Ele; e que somente Ele é nosso D’us, foi e será. Creio plenamente que o Criador é incorpóreo e que está isento de qualquer propriedade antropomórfica. Creio plenamente que o Criador foi o primeiro (nada existiu antes d’Ele) e que será o último (nada existirá depois d’Ele). Creio plenamente que o Criador é o único a quem é apropriado orar, e que é proibido dirigir preces a qualquer outra entidade. Creio plenamente que todas as palavras dos profetas são verdadeiras. Creio plenamente que a profecia de Moshê Rabeinu é verídica, e que ele foi o pai dos profetas, tanto dos que o precederam como dos que o

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Ahava – amor em hebraico

Ahava – amor em hebraico

Amor em hebraico Amor e a língua hebraica “Leva-me tu, correremos após ti. O rei me introduziu nas suas recâmaras: em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho: os retos te amam” (Ct 1:4). Este Shabat, em muitos países ao redor do mundo, as pessoas vão estar pensando sobre o significado do amor. A celebração do dia dos namorados originou-se como uma lembrança de um padre católico martirizado em Roma chamada Valentim que, conforme dizem, desafiou o édito do Imperador Claudius, que proibiu o casamento de casais jovens a fim de salvar os homens de serem usados no serviço militar. Valentim casou-se como um “jovem pombinho” e enfim foi decapitado em 14 de fevereiro do ano 269 AD. Como a maioria dos feriados, esta celebração se transformou em uma benção de marketing do sentimento produzido em massa vendido como cartões, ursos de pelúcia e chocolates. Mas o amor é muito mais do que algo que pode ser degustado como doces ou visto nos filmes ou ler em um romance. E não há melhor lugar para começar a procurar o significado do amor, do que nas escrituras hebraicas. “Amor à primeira vista” e outras histórias de amor na Bíblia Muitos de nós não sabemos se realmente existe algo chamado amor à primeira vista. Certamente há exemplos na Bíblia. Cinco exemplos

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Ame Israel agora!

Ame Israel agora!

Ame Israel agora !!! A volta dos judeus para Israel acelerada depois do colapso do comunismo no leste da Europa e Etiópia. Apesar disso ser um cumprimento de profecia: “E o que veio à vossa mente de modo algum sucederá, quando dizeis: Seremos como os gentios, como as outras famílias da terra, servindo ao madeiro e à pedra. Vivo eu, diz o IHVH Elohim, que com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada, hei de reinar sobre vós. E vos tirarei dentre os povos, e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados, com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada” Ez 20.32-34; e também “E veio a mim a palavra do IHVH, dizendo: Filho do homem, quando a casa de Israel habitava na sua terra, então a contaminaram com os seus caminhos e com as suas ações. Como a imundícia de uma mulher em sua separação, tal era o seu caminho perante o meu rosto. Derramei, pois, o meu furor sobre eles, por causa do sangue que derramaram sobre a terra, e dos seus ídolos, com que a contaminaram. E espalhei-os entre os gentios, e foram dispersos pelas terras; conforme os seus caminhos, e conforme os seus feitos, eu os julguei. E, chegando aos gentios para onde foram, profanaram o meu santo nome, porquanto se dizia deles: Estes são o povo

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Ahavat Israel

Ahavat Israel

Ahavat Israel Talvez nada seja tão prejudicial ao povo judeu quanto a ideia moderna de que o Judaísmo é uma religião. Se somos uma religião, então alguns judeus são mais judeus, outros menos judeus e muitos não são judeus de maneira alguma. É uma mentira. Somos todos um só. Se um judeu come carne de porco ou trabalha no Shabat, D’us não o permita, é como se todos nós estivéssemos transgredindo junto com ele. Quando o mesmo judeu estende a mão para dar uma esmola a um necessitado, para enrolar o tefilin no braço ou acender uma vela antes do Shabat – todos nós esticamos o braço juntos. Não somos uma religião. Somos uma alma. Uma única alma irradiando para muitos corpos, cada raio brilhando em sua missão única, cada corpo recebendo a luz segundo a sua capacidade, cada personificação desempenhando seu papel crucial. Juntos, compomos uma sinfonia sem partes redundantes, nenhum instrumento mais vital que o outro. E nosso caminho de volta àquela fonte original de luz é através de todos os raios que se estendem a partir dela. Um corpo sadio é aquele no qual todas as partes trabalham em harmonia. Um povo judeu saudável é uma grande família, onde cada indivíduo está preocupado pelo outro como se fosse ele mesmo. Quando um judeu enfrenta tempos difíceis o outro segura suas mãos. Quando alguém é bafejado

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