Vídeo sobre a Parasha “Emor” com o tema “Educação”.
A noiva de Itshaq A noiva de Itshaq Avraham sabe que, antes de morrer, ele deve encontrar uma noiva adequada para seu filho, Itshaq. Por conseguinte, ele envia seu servo em uma missão para encontrá-la de entre seus parentes. Toda esta história de encontrar uma noiva para Itshaq é tão interessante em suas implicações mais profundas, proféticas. Avraham fez seu servo jurar pelo IHVH Elohi dos céus e da terra que ele não tomaria uma noiva para Itshaq dentre as filhas dos cananeus. Bem, então a Noiva de Itshaq deveria ser uma mulher que, além de única deveria também ser da “parentela” de Avraham, ou seja, deveriam compartilhar uma herança genética e espiritual em comum. Todos nós sabemos que Itshaq é uma figura do Ungido – Messias – e portanto aquilo que aconteceria com ele seria como que um ato profético acerca dos tempos do Ungido e de seu casamento com sua “Noiva”. Existem duas evidências muito interessantes acerca disso: uma delas está em Bereshit – Gênesis – quando o Eterno ordena a Avraham que “sacrifique” seu único filho para Ele. A passagem diz o seguinte: “E vieram ao lugar que Elohim lhes dissera, e edificou Avraham ali um altar, e pôs em ordem a lenha, e amarrou a Isaque seu filho, e deitou-o sobre o altar em cima da lenha. E estendeu Avraham a sua mão, e
A mulher de Iob Reabilitando a mulher de Iob Durante toda a nossa existência como crentes no Ungido Ieshua temos ouvido falar sobre a mulher “louca” de Iob. Mas será que isso é verdadeiro? Vamos analisar agora alguns dos fatos. Em primeiro lugar vamos considerar nossas traduções de algumas das Bíblias no Brasil. Sobre esta passagem elas dizem: “Então sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Elohm, e morre. Porém ele lhe disse: Como fala qualquer doida, falas tu; receberemos o bem de Elohm, e não receberíamos o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios” Jo 2:9-10. [ACF – Português Corrigia e Fiel]. “Então sua mulher lhe disse: Você ainda mantém a sua integridade? Amaldiçoe a Elohim, e morra. Ele respondeu: Você fala como uma insensata. Aceitaremos o bem dado por Elohim, e não o mal? Em tudo isto Jó não pecou com os seus lábios” Jo 2:9-10. [A Rocha: A Bíblia que conduz às escolhas corretas]. “Então sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua integridade? Amaldiçoa a Elohim, e morre. Porém ele lhe disse: Falas como qualquer doida, temos recebido o bem de Elohim, e não receberíamos também o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios” Jo 2:9-10. [A Bíblia Vida Nova]. “A esposa de Jó revoltada exclamou: Você ainda vai tentar ser muito
A montanha da bênção Reeh – A montanha de bênção Re’eh (veja!) Dt 11:26–16:17; Is 54:11–55:5; Jo 16:1-17:26 “Veja [re’eh], eu propus que neste dia a bênção e a maldição” (Dt 11:26). Na porção passada, na Parasha Eikev (porque), Moshe continuou seu discurso de encerramento aos israelitas, que começou na Parasha Devarim. Prometeu-lhes que se eles obedecessem aos mandamentos da Torah, eles iriam prosperar suas vidas na terra prometida. Na porção da Torah desta semana, D-us coloca diante do povo de Israel uma escolha clara: eles poderiam obedecer a D-us e seus mandamentos (mitzvot) e desfrutar de uma vida de bênção (brakha), ou desobedecer e sofrer a resultante maldição (klalah). As bênçãos são para ser proclamadas no Monte Gerizim e a maldição sobre o Monte Ebal, quando o povo atravessar o Jordão para a Terra Santa. “E será que, havendo-te o IHVH teu Elohim introduzido na terra, a que vais para possuí-la, então pronunciarás a bênção sobre o monte de Gerizim, e a maldição sobre o monte de Ebal” (Dt 11:29). Essas duas montanhas estão situadas nas proximidades da cidade da Cisjordânia de Nablus (Shechem bíblico). Sobre o Monte Gerizim há um assentamento israelense chamado Har Brakha (Monte da bênção). Está localizado perto de uma aldeia samaritana chamada Kiryat Luza (Cidade de Luza). Esta montanha foi um ponto de divergência entre o Shomronim (samaritanos) e o povo judeu.
Maçã e mel “Que seja Tua vontade, Hashem nosso D’us, que nos inaugures para um ano bom e doce” Esta oração é recitada tradicionalmente na véspera de Rosh Hashaná enquanto comemos uma maçã mergulhada em mel, um símbolo da doçura do ano pelo qual oramos. Na oração pedimos um ano “bom e doce”. Pedir simplesmente um ano bom não é suficiente, porque sabemos que muitas coisas que atualmente nos perturbam são na verdade bênçãos disfarçadas, portanto “bom” pode também ser sofrido. Portanto, especificamos “bom e doce”, um tipo de bem que pode ser facilmente apreciado. O “bom” pode ser entendido intelectualmente, mas “doce” é uma sensação que até as crianças podem entender. Pedimos a D’us pela bondade sem complicações e não muito sofisticada, o tipo de coisa doce que pode ser apreciada por todos, em vez daquilo que é compreendido apenas por pessoas de profunda fé. “Dê-nos o bem simples, doce como o mel”. O Eterno se relaciona conosco da mesma forma que nos relacionamos com Ele. Se aceitamos Sua palavra com fé simples e sem questionamentos, então Ele responderá com o bem simples e sem complicações. Se complicamos a fé, aceitando apenas aquilo que podemos compreender intelectualmente, então D’us nos dá o tipo de “bem” que exige grande esforço intelectual para aceitar. Na verdade, vemos que enquanto os judeus celebram feriados com comidas, a maneira pela qual
A mensagem da Mezuza Você sabe qual é a mensagem da Mezuza? “E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas” (Dt 6:9). A Mezuzá é um sinal bem reconhecido, visível de um lar judeu. Ela é um recipiente retangular pequeno afixado ao lado direito da porta, no canto superior do umbral (altura do ombro), e contém uma mensagem poderosa. Assim como nossos corpos são o escudo exterior que abriga a verdadeira essência do que nós somos, por vezes ricamente decorados, pequenos contentores protegem o conteúdo interno, que são expressos através de um antigo costume judeu chamado “mezuza”. Dentro de cada Mezuzá há uma peça retangular de pergaminho chamado um ‘klaf’, que é feito de uma pele especialmente preparada de um animal biblicamente limpo (kosher). O klaf é escrito com letras hebraicas das Escrituras, são chaves encontradas na Santa palavra de D-us: Dt 6:4-9 e Dt 11:13-21. “Ouve, Israel, o IHVH nosso Elohim é o único IHVH. Amarás pois o IHVH teu Elohim de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te” (Dt 6:4–7). O pequeno pergaminho é então enrolado com a escritura voltada para
A Lei da Franja A Lei da Franja era uma convicção religiosa entre os judeus na época de Ieshua. Estava muito associada com o conceito do tzitzit. Este conceito começa com o mandamento em Números 15: 37 quando D-us disse para Moshe que ensinasse aos filhos de Israel que fizessem as franjas nas bordas dos artigos de vestuário deles. O propósito destas franjas que foram conectadas ao tallith ou manto de oração, era os fazer lembrar-se dos mandamentos do Senhor e cumpri-los diligentemente. Também era uma lembrança para que eles não buscassem os propósitos dos próprios corações e também aquilo que vissem, mas que fossem dirigidos pela palavra de D-us. As franjas e o manto de oração têm grande significado simbólico e numérico. A palavra tzitzit tem o valor numérico de 600. Há cinco laços e oito fios que somam 13. Então, o valor numérico do tzitzit, os laços, e os fios são de 613. Este é o número de leis positivas e negativas da Torah. O segredo que envolve os nós e os laços numericamente nos dizem “O Eterno é Um” ou o Shema. E a confecção atual das franjas ou o tzitzit que são o centro deste estudo é importante à segunda parte do mandamento que diz “não buscam após o seu próprio coração e seus próprios olhos“. A maior parte da educação que nós podemos
A Guarda do sábado A Guarda do mandamento do sábado através dos séculos. Este artigo foi retirado da WEB por causa de sua historicidade; portanto estou mantendo-o intocado a fim de preservar as informações históricas transmitidas nele. Não vou comentar alguns pontos teológicos sobre os quais não concordo justamente para preservar o artigo em si. No mais é um artigo esclarecedor e que nos mostra como ocorreu a questão da mudança do shabat para o domingo. Vale a pena ler e aprender com estes irmãos. Daqui por diante segue o artigo: (Artigo postado por um irmão sincero da Congregação Cristã no Brasil uma das denominações evangélicas que mais se opõem a guarda do sábado Bíblico, Glórias ao Pai!) Muito evangélico ignorante, inclusive muitos da minha própria igreja, a Congregação Cristã no Brasil, (CCB) pensam que a guarda do mandamento do sábado foi “só para os judeus”. E mais, quando se fala na guarda do mandamento do sábado, existe outro grupo de evangélicos ignorantes que imediatamente relacionam a guarda do sábado com a Igreja Adventista do Sétimo Dia, esquecendo-se que, a nível mundial, existem centenas de denominações que guardam este mandamento, isso sem falar nas milhares de pessoas que são guardadoras do sábado mas que, ou estão em denominações que não guardam este mandamento, ou então estão nas suas casas, desligados de toda e qualquer denominação. Eu sou uma dessas pessoas, há mais de
A disputa por Jerusalém Jerusalém sempre foi uma cidade muito disputada na antiguidade. Esta cidade sempre esteve envolvida nos destinos históricos e proféticos da humanidade. A partir dali o Eterno inicia um processo de redenção para a humanidade e no futuro, esta será a cidade onde reinará Ieshua. Sobre Jerusalém está escrito assim no Talmude Babilônico: “Dez medidas de beleza foram concedidas ao mundo; nove foram tomadas por Jerusalém, e uma pelo resto do mundo”. Jerusalém no passado Jerusalém, a capital de Israel, situa-se entre as colinas da Judéia, a meio caminho entre o Mar Mediterrâneo e o Jordão. A cidade de Jerusalém foi conquista pelo rei David aproximadamente no ano 1004 a C. Naquela ocasião ela era habitada pelos jebuseus e era reconhecidamente uma cidade inexpugnável! O Eterno deu à David a forma de conquistar esta cidade e fazer dela a capital da nação de Israel, “Trinta anos tinha David quando começou a reinar, e reinou quarenta anos. Em Hebrom reinou sete anos e seis meses sobre Judá, e em Jerusalém reinou trinta e três anos sobre todo o Israel e Judá” II Sm 5:4,5. No decorrer de sua história ela foi várias vezes ameaçada em sua soberania nacional. Após a divisão do reino, ela continuou a ser o centro religioso nacional e era ali que se realizavam as celebrações bíblicas ao Senhor. Jerusalém passou por dois
