Assimilação não! Assimilação O que é “assimilação”? Esta palavra pode ser assim definida: Assimilação é um metaplasmo que consiste ou na aproximação ou na perfeita identidade; isso pode acontecer com indivíduos ou entre dois fonemas, como ocorreu, por exemplo, na evolução da palavra latina “persicum” (de Mela Persicum, literalmente “Maçã da Pérsia”) para o português “pêssego”. A assimilação é o grande perigo que correm judeus e crentes em todo o mundo. Ela costuma ser lenta e gradativa, mas quando começa mostra-se implacável em seu avanço e nos males que ela provoca. A assimilação é resultado de nossa “distância” ou “distanciamento” de nossas raízes e de nosso povo. Ela ocorreu nas épocas de cativeiros e em cada caso produziu um mal diferente. A tradição judaica nos diz: “O perigo para a vida judaica e a existência nos países livres, especialmente nos Estados Unidos, não é da exterminação física, D’us não o permita, por um outro Hitler ou Eichman, mas sim um perigo não menos destrutivo, o risco da assimilação. Exatamente porque não há antagonismo externo e discriminação contra os judeus, especialmente nas classes média e baixa (embora na classe alta, a tendência para a assimilação seja reprimida pelo preconceito), o perigo da assimilação de massa é bastante real. Além disso, fatores como a educação compulsória e social e as pressões econômicas de conformidade, etc., associadas à grande ignorância sobre
As profecias de Joel As profecias de Joel, a restauração de Israel e o dia do IHVH O profeta Hebreu Io’el (יוֹאֵל, ou seja, El é D-us) fornece alguns dos detalhes mais excepcionais e explícitos sobre o dia do Senhor, um tempo de julgamento no futuro não muito distante que irá ser camuflado na escuridão com exércitos que conquistarão e consumirão como o fogo. Joel também nos diz que, no fim dos tempos, D-us irá orquestrar a completa redenção de Israel, descrevendo sinais celestiais envolvendo o sol, lua e os corpos celestiais. “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do IHVH. E há de ser que todo aquele que invocar o nome do IHVH será salvo; porque no monte de Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o IHVH tem dito, e nos restantes, que o IHVH chamar” (Jl 2:31-32). Muitos crentes hoje me perguntam se este eclipse solar e lunar será cumprido pela Tétrade de lua de sangue dos quais estamos atualmente no meio, o que significa que o dia do Senhor logo ali, ao virar da esquina. Joel: o homem e o profeta Embora o profeta Joel nos diga sobre os principais eventos do fim dos tempos que provavelmente nos preocupam hoje, ele é um personagem um tanto obscuro e misterioso. Enquanto Joel
Cinco rabinos que aceitaram Ieshua e foram perseguidos por suas famílias e comunidades. “Imediatamente, algo como escamas caíram dos olhos de Sha´ul, e ele podia ver novamente. Ele se levantou e foi imerso” (At 9:18). Na comunidade judaica em todo o mundo, um equívoco generalizado persiste que diz nenhum dos judeus sábios e rabinos acreditavam que Ieshua é o Messias judeu. Esta falsa noção é uma das razões por que muitos judeus hoje não acreditoem nele. A objeção que Ieshua não pode ser o Messias Judeu é fundamentada desta forma: “Se de homens tão piedosos, respeitados, ensinaram as pessoas a não acreditar que Ieshua é o Messias, então quem sou eu — uma pessoa menos conhecedora sobre a Torah e a D-us do que eles — para acreditar nele?” A verdade, porém, é que, ao longo da história, tem mostrado a centenas de rabinos judeus ortodoxos, até mesmo os líderes de comunidades inteiras, que Ieshua é o Messias prometido de Israel e o mundo. Por sua fé em Ieshua, estavam no ostracismo de sua comunidade espiritual e perseguidos. E embora os rabinos neste artigo são falecidos, uma perseguição da tal sortes persiste na forma de sites antimissionário, cujo único objetivo é desacreditar seus depoimentos e classificá-los como apóstatas. Estes eram homens educados, mesmo as autoridades judaicas Halachichas (autoridades rabínicas de leis e regulamentos), vida e pensamento. Como podemos
As Doze Passagens da Torah Eliézer Ben Iehuda …No entanto, até o final do século passado, hebraico teve uso restrito a rezas e orações. Dezoito anos antes do surgimento do Movimento Sionista, um lituano, chamado Eliezer Ben Iehuda, começou a trabalhar arduamente pelo Renascimento da língua hebraica, como Instrumento de comunicação para o uso quotidiano. Assim que chegou em Eretz Israel, começou a escrever artigos para o jornal hebraico, “Hachavatzélet”; e depois, passou a escrever ele mesmo um jornal. Adotou o hebraico como idioma oficial de sua casa e só conversava com seu filho, Itamar, nesta língua. Ben Iehuda foi julgado como louco por muitos. Porém, pouco a pouco, ele foi criando palavras que pudessem atender as necessidades do dia a dia e as publicava em seu jornal. Infelizmente, Eliézer Ben Iehuda faleceu antes de concretizar o seu maior sonho – escrever um dicionário da língua hebraica. Amiguinhos! O Rebe de Lubavitch selecionou doze trechos de toda a Torah especialmente para vocês decorarem e recitarem diariamente! Vejam só como o líder da nossa geração se preocupou em preparar essas passagens básicas da nossa tradição e incentivou cada criança judia a estudá-las. Que tal? As Doze Passagens da Torah Torah tsivá lanu Moshé morashá kehilat Yaacov. (Deuteronômio 23:4) A Torah que Moisés nos ordenou é uma herança para a congregação de Jacob. Cada judeu tem direito à Torah. Não
As dez tribos perdidas As Dez Tribos foram exiladas durante a Era do Primeiro Templo – aproximadamente há 2500 anos, e estão separadas do restante do judaísmo desde então. Mas ao final, serão redimidas, e juntar-se-ão ao restante do judaísmo – na era de Mashiach. Este ensaio dirige-se às várias opiniões no Talmud a respeito do destino das Dez Tribos, e a grande dúvida: As Dez Tribos realmente voltarão? Vamos começar do início Mais de 1000 anos antes das Dez Tribos serem exiladas, o amado filho de Ia´aqov – Iosef, foi raptado pelos irmãos – e vendido como escravo. Finalmente, após muitos anos de separação, reuniu-se novamente com seu pai e irmãos. A Torah descreve como Iosef revelou sua identidade a seus irmãos: “Iosef não conseguiu se refrear… e ele chorou em alta voz” (Bereshit 45:1-2). Este fenômeno se repetiria em escala muito maior – com os filhos de Iosef juntamente com outras tribos. Iosef representa as Dez Tribos, pois a capital das Dez Tribos era Monte Efraim (Yirmiyáhu 31:5), e Efraim era filho de Iosef. Esta reunião será triste: “Com choro eles virão, e com misericórdia eu os levarei” (Yirmiyáhu 31:8). O profeta Yechezkel (37:19-22) fala sobre esta reunião: “Estou levando o bastão de Iosef, que está na mão de Efraim, e as tribos de Israel – seus amigos, e os colocarei no bastão de Yehudá, e
Obedecer a Torah
A Estrela de David Esta estrela de seis pontas (hexagrama), feita de dois triângulos entrelaçados, pode ser encontrada em mezuzot, menorás, bolsas de talit e kipot. As ambulâncias em Israel exibem o desenho da “Estrela Vermelha de David”, e a bandeira do país tem uma Estrela de David plantada bem no centro. Qual é a origem desse símbolo de seis pontas? As seis pontas simbolizam o governo de D’us sobre o universo em todas as seis direções. No decorrer da longa e difícil história do povo judeu, atingimos a compreensão de que nossa única esperança é colocar nossa confiança em D’us. Originalmente, o nome hebraico – Maguen David – literalmente “Escudo de David” – referia-se poeticamente a D’us. Reconhece que nosso herói militar, o Rei David, não venceu pela própria força, mas pelo apoio do Todo Poderoso. Isso também é mencionado na terceira bênção após a leitura da Haftará no Shabat: “Bendito sejas Tu, D’us, Escudo de David.” Existem várias outras explicações sobre o significado por trás da Estrela de David. Uma ideia é que uma estrela de seis pontas recebe forma e substância do seu centro sólido. Este âmago interior representa a dimensão espiritual, cercada pelas seis direções universais. (uma ideia similar aplica-se ao Shabat – o sétimo dia, que dá equilíbrio e perspectiva aos seis dias da semana). Na Cabalá, os dois triângulos representam a dicotomia
De que lado estamos? No recente conflito que ocorre no Oriente Médio entre Israel e os palestinos, existem duas opiniões vigentes: a primeira é que Israel com todo o seu poderio militar e bélico está “massacrando” os palestinos que, além de não possuírem um “estado” não sendo então uma nação, não possuem também um exército e armas à altura para o combate! Desta primeira opinião compartilham a maioria das nações do mundo e também os ditos “especialistas” que inclusive comentam nas grandes redes de televisão e jornais acerca do assunto! Conforme a opinião destas pessoas, Israel está “agredindo” aos palestinos que, sem terem uma proteção maior, sofrem muito e também tem um número maior de mortes entre eles. Ainda segundo estes especialistas, existe uma grande possibilidade dos países chamados “árabes” – e que compõem a conhecida “Liga Árabe das Nações” – se aliarem aos palestinos, tomando assim partido com eles – os palestinos – na sua luta por um estado Palestino e com a capital em Jerusalém! Isso demonstra que há uma aliança entre os árabes, aquilo que chamamos de “conspiração” para a derrota de Israel! Estes chamados países da “Liga Árabe” tem ajudado e até mesmo financiado projetos que visam a total derrota de Israel e consequentemente a sua aniquilação! Alguns dos vizinhos dos judeus estão até mesmo “treinando” crianças para colocá-las na frente de batalha a
As Aparências Enganam Interessante como às vezes o ditado popular pode ser tão real, pois ele diz “nem tudo o que reluz é ouro“, ou seja, em outras palavras, nem tudo que parece ser é. A Bíblia nos relata um fato que comprova esse dito, e este está registrado no livro de I Samuel, no capítulo 16, quando o Eterno ordena a Samuel que vá à família de Jessé o belemita, “porque dentre os seus filhos me tenho provido de um rei” (v. 1b). Veja bem: o Eterno mesmo tinha providenciado para si um rei, o qual colocaria sobre a nação de Israel, pois fazendo isso D-us reverte o quadro que havia se instalado na nação quando o povo pede um rei: “Porém o povo não quis ouvir a voz de Samuel; e disseram: Não, mas haverá sobre nós um rei. E nós também seremos como todas as outras nações; e o nosso rei nos julgará, e sairá adiante de nós, e fará as nossas guerras” I Sm 8.19,20. Eles queriam ser semelhantes às outras nações, e quando fizeram isso rejeitaram o governo direto de D-us sobre eles, julgando que a monarquia teria um melhor efeito sobre a nação, pois no caso do rei eles poderiam vê-lo governando a nação e no caso de D-us este governo seria exercido de modo invisível, intangível, e quando precisassem reclamar de
O Ano Novo O fundo histórico “E falou o IHVH a Moshe, dizendo: Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso, memorial com sonido de trombetas, santa convocação. Nenhum trabalho servil fareis, mas oferecereis oferta queimada ao IHVH” Lv 23.23-25. Um dos fatos fascinantes sobre o feriado de Rosh Hashanah, é que ele é considerado o “Ano Novo”. A verdade é que esta data ocorre no sétimo mês no calendário anual. Será que alguém fez um cálculo desastroso? O ano bíblico começa na primavera do mês de Nissan: “Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano” Ex 12.2. Há uma certa lógica nisso. É o início da época da colheita. Entretanto os rabinos dão um significado especial ao primeiro Shabat do ano (é o primeiro dos feriados nacionais) que eles consideram como o Ano Novo “espiritual”. Aqui o nome muda também. Biblicamente conhecido como Iom Teruah (O Dia do Sonido / Festa das Trombetas), o segundo dia de Tishrei começou a ser chamado de Rosh Hashanah, o principal dia do ano. O propósito deste feriado é relembrado numa palavra – reunião. Desde que aos feriados chamam-nos a comunhão, para termos uma fé pura em D-us, Rosh Hashanah vem para representar o dia do arrependimento. É o dia quando o povo de
